Descoberta anal da professorinha.

Se tinha uma coisa que me irritava profundamente em um homem era a mania de querer comer o meu cu. Achava um absurdo e ficava uma fera quando algum parceiro insistia. Mas depois que comecei a sair com Wellington, após meses de contato apenas pelo Facebook, quando eu ainda era casada, a minha opinião sobre o assunto mudou. No começo, ele também tentava, eu recusava, mas não me aborrecia tanto. Aos poucos, porém, fui percebendo que ele tinha uma verdadeira tara pela minha bunda carnuda e gostosa como ele adora falar.

Sempre que me beijava, acariciava delicadamente meu traseiro arrebitado. Quando estávamos fudendo, ele sempre procurava enfiar um dedo no meu cu enquanto socava a sua pica gostosa na minha buceta. E, sempre que fazíamos sexo oral, ele lambia a minha bunda e o meu cu, que ele fazia questão de lambuzar todinho de saliva.

Até então, nunca tinha se quer cogitado em deixar algum homem comer o meu cu, achava um absurdo. Mas com o Wellington já não estava tão segura de que não iria gostar. E passei a pensar mais cuidadosamente no assunto quando percebi o quanto seria importante para o Wellington comer o meu rabinho.

Era um sacrifício que valeria a pena, já que não queria perder um amante como ele, que me dava tanto prazer. Foi assim que numa noite, depois de fudermos e gozarmos alucinadamente, eu estava tão melecada que até o meu cu virgem estava completamente lambuzado. Estávamos deitados de lado, com Wellington bem atrás de mim. Com o seu caralho ainda duro, apesar de já termos trepado várias vezes, Wellington foi se encostando em mim e pressionando suavemente a cabeça da sua pica na entrada do meu cu.

A maneira suave e carinhosa como ele fez isso me deu um puta tesão e decidi então que era chegada a hora de dar o meu cu para ele, pedi carinhosamente que fosse em frente e comesse o meu rabinho. Surpreso e ao mesmo tempo contente com o que acabara de ouvir, Wellington segurou minhas ancas, foi forçando com ternura e logo senti a cabeça daquela sua pica deliciosa enterrar se no meu buraquinho.

Percebi, então, que ser enrabada não era tão dolorido como imaginava, ao contrário, estava sentindo um puta tesão, tanto na buceta quanto no cu, e pedi para que ele continuasse enfiando com carinho aquela sua pica enorme e gostosa no meu cu. Cuidadoso e carinhosos, ele foi me penetrando mais e mais até enterrar todo o seu caralho no meu cu virgem e apertado. Quando senti as suas bolas encostando na minha bunda, sabia que ele estava todo agasalhado no meu cu, senti o meu clitóris inchar de puro tesão.

Em seguida, meu amante maravilhoso virou-me de bruços na cama e começou a fazer um movimento de vai e vem gostoso que me deixou cada vez mais louca. Para facilitar aquela enrabada, pedi para que me deixasse ficar de quatro na cama. Ele adorou a ideia. Segurou o meu quadril e passou a me enrabar num ritmo cada vez mais alucinante, enquanto eu rebolava feito uma cadela no cio, com o meu cu todo espetado naquela tora de carne dura que me deixava alucinada, pedindo cada vez mais.

Continuamos assim por mais alguns segundos até que ele não aguentou mais e gozou desesperadamente. Ao sentir seus jatos de porra quentinha sendo despejados dentro do meu buraquinho apertado, estremeci de tesão e gozei alucinadamente, a ponto de sentir meu corpo todo estremecer. Aquele foi, com certeza, um dos orgasmos mais intensos que já tive na minha vida.

E posso garantir que essa trepada anal foi apenas o começo de uma relação sexual que, a cada dia, vem se tornando mais fantástica. Gostei tanto de dar o meu cu que hoje em dia, embora Wellington continue alucinado por bunda, especialmente pela minha, muitas vezes sou eu quem pede para ser enrabada, antes mesmo de ele tomar a iniciativa.

Ele fica até surpreso, mas, é claro, não resiste em enterrar até o talo aquela sua pica enorme e deliciosa no cuzinho da sua putinha, que faz de tudo para satisfazer seu macho. Ele não é homem de uma mulher apenas, mas aquela pica deliciosa está sempre disponível e disposta para satisfazer a sede de pica do meu cu e me faz muito feliz.

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