Comendo o cu da ruivinha casada.

Sou moreno claro 1,75 m, 72 Kg, 24 anos, sou técnico em radiologia e trabalho em um P.S do interior de São Paulo, tudo começou quando dava um plantão em um domingo, pouco movimentado e estava em um bate papo muito interessante com as recepcionistas do posto. Até então nada de mais, começou então a rolar o papo sexo, traição e etc. Uma delas, a Tatiana, uma belíssima ruiva de 21 aninhos, casada, começa a dizer para mim que nunca havia traído o seu marido, mas que se fosse com alguém interessante ela poderia até pensar no assunto.

Fique com aquilo na cabeça e não parava de olhar para o seu belo corpo, ela logo percebeu e começou a retribuir as olhadas, já estava de pau duro só de olhar aquela ruivinha gostosa e me imaginar enrabando aquela sua bundinha gostosa. Não tirava o olho da sua bundinha, nem sei se mais alguém percebeu, fui chamado para tirar um Raio-X, sai da recepção e fui para a minha sala, bati a chapa e quando estava saindo da sala fui abordado por Tatiana.

Ela me disse que estava ali para se despedir, pois já estava indo embora, a convidei então para entrar um pouco na minha sala e ela aceitou. Entrou e foi logo sentando se na mesa de Raio-x com as pernas abertas, podia até ver o tamanho da sua buceta, pois ela estava com uma calça jeans de cintura baixa muito colada e uma blusinha que realçava seus seios, não muito grandes, porém perfeitos.

Ela me disse então que não estava com pressa de voltar para casa pois o seu marido estava trabalhando e só chegaria de madrugada. Tatiana começou então a me dizer que ficava muito sozinha em casa e que seu marido não lhe dava muita atenção. Eu na maior cara de pau lhe perguntei se ela realmente era capaz de trair seu marido, ela não disse nada apenas ficou me olhando por alguns segundos com carinha de inocente, aproximei me dela até encaixar me entre suas pernas, entrelaçar meus braços em sua cintura e lhe dar um ardente beijo de língua.

Sem falarmos começamos a nos acariciar, lentamente fui tirando a sua blusinha e seu sutiã e comecei a beijar e a acariciar seus maravilhosos seios, fui descendo até sua barriguinha, desabotoei a sua calça e com muito trabalho consegui tira-la, pois ela tem uma bundinha meio grandinha e um par de coxas tão grossas que não foi fácil livrá-la de sua calça. Quando tirei a sua calcinha, deparei me com uma buceta raspadinha, do jeito que eu gosto, e quando, beijando e lambendo os seus seios, meti um dedo entre os lábios da sua buceta, ela já estava bem meladinha:

– Aiii… gostooosoo…. – Gemeu Tatiana, quando o meu dedo começou a massagear o seu grelinho.

Passei a chave na porta da minha sala, tirei a minha roupa e ajoelhei me entre as pernas dela, comecei a beijar e a dar chupões nas suas coxas e à medida que a minha boca ia se aproximando da sua virilha, Tatiana abria mais ainda as suas pernas. Cheguei a sua virilha e podia sentir o cheiro de fêmea no cio emanando daquela buceta toda meladinha, abri os lábios com meus dedos e quando meti a língua no seu buraquinho ela soltou um gemido alto e rouco, agarrou a minha cabeça com as duas mãos e puxou me com força de encontro a sua buceta.

Abri a boca, abocanhei aquela buceta e comecei a deslizar a minha língua para cima e para baixo entre os lábios ensopados dela, lambia desde o seu períneo até o seu grelinho, depois fazia o caminho inverso, e na segunda vez que desci lambendo fiz a ponta da minha língua deslizar até a entrada do seu cu.

O corpo de Tatiana retesou se todo ao sentir o toque da ponta da minha língua no seu anelzinho e ela puxou com mais força a minha cabeça de encontro ao seu corpo, fazendo com que a minha língua penetrasse no seu cu, ela começou a menear lentamente o seu quadril e a respirar descompassadamente. Sentindo que ela estava no limite de um gozo intenso, continuei castigando o seu cu com a minha língua e ao mesmo tempo fui metendo dois dedos na sua buceta completamente melada, meti fundo, fazendo pressão no seu grelinho também.

Tatiana começou então a ter espasmos violentos, todo o seu corpo tremia e a sua boca emitia apenas sons roucos e incompreensíveis. Foram alguns segundos neste estado, até que ela foi se acalmando, mas o seu corpo todo continuava reagindo aos toques da minha língua no seu anelzinho.

Levantei me então e segurando firme a minha pica comecei a esfregar a cabeça da minha pica entre os lábios da sua buceta, ela recomeçou a gemer e a dizer que não acreditava no que estava fazendo, que não podia trair o seu marido, que nunca tinha feito aquilo, etc. Pedia me para parar com aquilo tudo, mas o seu ar de quero mais e o meneio da sua buceta na cabeça da minha pica me diziam o contrário, ela estava completamente descontrolada e tomada pelo tesão, ela então começou a me xingar:

– Seu filho da puta… já me fez gozar sem me penetrar… assim eu não aguento você… está me fazendo trair meu marido… seu cachorro…!!

Respondi encaixando a cabeça da minha pica no buraquinho quentinho e meladinho da sua buceta e com uma leve estocada fiz a cabeça inteira ser engolida por aquele buraquinho que não parava de babar, ela gemeu e suspirou fundo acusando a invasão do meu bruto:

– Vem me fode… me faz gozar espetada nessa tua pica gostosa… faz… seu filho da puta… safado… me fode logo… enterra tuudoo…!!

Disse isso cruzando as suas pernas em volta do meu quadril e agarrando me pela cintura puxou me encontro ao seu corpo fazendo com que a minha pica entrasse de uma vez para o interior daquela buceta deliciosa, quentinha e apertada como nunca havia fudido antes. Bastaram algumas estocadas fortes para começar a sentir o seu buraquinho apertadinho e quentinho comprimir e apertar a minha pica inteira, parecia estar mamando e apertando a minha pica, nunca havia comido uma buceta deliciosa assim!!

– Aiiii… seeeuuu puuutooo… vooouuu…. vooouuu…… ahhhhhhh….

Sem conseguir terminar a frase, ela cruzou as pernas nas minhas costas, enroscando se freneticamente ao meu corpo, enterrando as suas unhas nas minhas costas e comprimindo a sua buceta de encontro a minha pica, como se desejasse que eu metesse mais, não tinha mais o que meter, estava todo enterrado naquela buceta gostosa!

Deitei me todo suado ao seu lado, estava um pouco cansado, mas ainda não havia gozado e tinha planos de fazê-lo dentro daquele cu que piscava freneticamente a mercê da minha língua há pouco tempo atrás.

– Quero sentir você gozar… quero o seu leitinho…. – disse ela, ajoelhando do meu lado, segurando a minha pica e envolvendo a cabeça dele com aquela boquinha macia e aveludada, tudo era gostoso naquela safada!

Ela lambia e chupava o meu saco, subia chupando e lambendo a minha pica, passava a língua em volta da cabeça, espremia a minha pica desde o talo, fazia um biquinho com os lábios e chupava e lambia toda a baba que aflorava na cabeça da minha pica. Depois esfregava a minha pica no seu rosto todo, esfregava a cabeça nos biquinhos de seus seios, abria a boca e começava um deliciosa descida de seus lábios envolvendo a minha pica que só parava quando eles encostavam no meu saco!

Puxei a então para cima de mim com aquela buceta toda ensopada a poucos centímetros da minha boca, comecei a castigar o seu grelinho novamente com a minha língua, fazendo ela gemer e ficar parada por alguns instantes com a minha pica toda entalada na sua boca.

Passei a deslizar a minha língua para a entrada do seu anelzinho rosado que se contraia a cada toque, mas o corpo todo dela estremecia em resposta e gemidos e grunhidos abafados eram emitidos por ela. Meti então dois dedos na sua buceta por trás, deixei-os bem melados e em seguida encostei a ponta do dedo médio na entrada do seu cu.

Esperei a sua reação e ela não protestou, acusou o toque suspirando e piscando o seu anelzinho, forcei então o dedo no seu anelzinho que cedeu e agasalhou apenas a cabeça do dedo. Ela acusou o toque gemendo, levando o corpo um pouco para a frente, como se estivesse tentando fugir do ataque, mas não protestou e passou a chupar a minha pica com mais força.

Fui empurrando lentamente o meu dedo para dentro daquele buraquinho rosadinho, não houve nenhum protesto da parte dela, que passou a chupar a minha pica com mais força e vontade e a menear o seu rabinho com o meu dedo agasalhado nele. Depois de meter e tirar o dedo várias no seu cuzinho, sempre tomando o cuidado de fazer isto forçando um pouco a abertura do seu anelzinho, Tatiana começou a esfregar freneticamente a sua buceta de encontro a minha cara e emitir grunhidos e forte, estava começando a perder o controle novamente, seus dentes as vezes machucavam a minha pica que ela não parava de chupar forte. Juntei então os dois dedos e comecei a enfiá-los lentamente no seu cu, fazendo com que Tatiana começasse a dar verdadeiros coices com a sua bundinha de encontro aos meus dedos, ela estava gozando e queria que eu massageasse o se cu!

– Aiii… seu filho da puuuutaaaa… nãããooo fazzz… iiiisssoooo comiiigooo…. – Gritou ela bem alto, cheguei a temer que as outras pessoas pudessem ter escutado seus gritos.

Prendi o seu grelinho entre os lábios e chupei forte, Tatiana então agarrou a minha mão e puxou com força em direção a sua bundinha fazendo com que meus dois dedos enterrassem completamente no seu cu, comecei então a meter e a tira-los do seu buraquinho, deixando-o bem laceado para poder agasalhar a minha pica dali a pouco.

– Puta que pariuuuu… caralho… soca mais… soca… soooca que eu tô gozaaannndo pelo cuuu… soca seu porra…!! – gritava ela, empurrando a sua bunda com força de encontro aos meus dedos que entravam e saiam freneticamente daquele buraquinho rosadinho.

Depois que gozou ela rolou para o meu lado e ficou deitada de bruços na mesma posição invertida em que ela se encontrava sobre mim, era uma visão deliciosa da sua buceta toda melada e do seu cu agora vermelhinho que eu sabia estar prontinho para agasalhar toda a minha pica e a imensa quantidade de porra que deveria estar acumulada no meu saco.

Levantei me e posicionei me apoiado em meu braços sobre as suas costas e beijando e mordendo de leve a sua nuca, o seu pescoço e os lóbulos da sua orelha, comecei a esfregar a minha pica no rego da sua bundinha, deslizei um pouco mais para baixo a minha pica encaixando-a entre os lábios melados da sua buceta.

Ela gemeu a abriu um pouco as pernas, forcei um pouco a cabeça da minha pica que logo foi agasalhada por aquele buraquinho quentinho e apertadinho que era a buceta dela, enterrei até o talo e Tatiana gemeu, suspirou e comprimiu a musculatura interna da sua buceta deliciando-se com a invasão da minha pica.

Comecei a estocar levemente, mantendo ainda o meu corpo apoiado em meus braços e apreciando a visão daquela bucetinha toda arreganhadinha engolindo a minha pica toda e logo acima o seu anelzinho rosadinho piscando e pronto para ser deflorado. Mas quando tirei a minha pica toda melada da sua buceta e encostei a cabeça no seu anelzinho ela deu um pulo pra frente e ela me disse em tom bravo:

– Epa… perai…!!! Ai nãããooo!!! Nunca dei meu cu nem pro meu marido e não vai ser você quem vai come-lo…!!!!

Pedi desculpas e por ora desisti de comer aquele cuzinho virgem, meti na sua buceta novamente e comecei a estocar forte, disposto agora a gozar dentro daquela buceta gostosa! Ela empurrava a bundinha para trás a cada estocada que eu dava e em pouco tempo começou a gemer alto, segurei em seus cabelos e a puxei para trás, estocando com mais firmeza agora:

– Não goza dentro… por favor… tenho medo de engravidar… goza fora… goza…. – Implorou ela, massageando o seu próprio grelinho e rebolando alucinada na minha pica. Senti que ela estava prestes a gozar novamente e resolvi então meter meus dois dedos novamente no seu cu.

Sem tirar a minha pica da sua buceta e sem parar de estocar forte, melei meus dois dedos na sua buceta pela frente e metendo a mão por baixo do meu corpo enterrei os dois dedos no seu cu. Ela acusou a invasão empinando mais a bundinha com força de encontro ao meu corpo, ela estava começando a gozar freneticamente!

Aproveitei me então daquele momento de desvario da parte dela e substituir os meus dedos pela minha pica, em um golpe preciso e certeiro aquele anelzinho apertadinho engoliu de uma vez quase a metade da minha pica! Ela acusou a invasão com um grito tão alto que achei que todos no P.S haviam escutado, ela tentou se livrar e começou a me xingar, sem me importar continuei parado e curtindo o seu anelzinho contrair se em volta da minha pica.

Apesar dos protestos de Tatiana o seu anelzinho continuava a massagear e a comprimir deliciosamente aquela parte da minha pica envolta por aquele buraquinho aveludado e quentinho, logo ela pareceu começar a render se aos apelos nervosos do seu buraquinho que pedia mais pica, ela então disse:

– Filho da puta… cafajeste… ta doendo muito… mas agora termina o serviço… – e começou a rebolar lentamente aquela bundinha gostosa.

Comecei então a estocar lenta e carinhosamente e a cada metida ela empurrava a bundinha para trás e agasalhava um pouco mais do que restava da minha pica para fora do seu buraquinho, em poucas estocadas as minhas bolas já batiam nas polpinhas da sua bundinha, forcei o meu corpo mais para cima até sentir o beicinho do seu cuzinho abocanhando o talo da minha pica e comecei a menear lentamente o meu quadril.

– Aiiii…. seu filho da puta gostoso… ta ficando cada vez mais gostoso ter essa tua rola no meu cu… vai me enraba com vontade… enche meu cu porra… vai mete… mete… mete… me faz gozar gostoso pelo cu… faz… seu puuutoo.. !!! – dizia Tatiana massageando freneticamente o seu grelinho – Tô… tô… vou… vou gozarrr… vou gozar pelo cu… aiiii… soca… vai soca seu filho da puta… arromba o meu cu… entope ele de porra… goza comigo seu puuutooo….!!! – gritava e gemia ela no mesmo instante em que comecei a despejar jatos fortes de porra dentro daquele cuzinho guloso e gostoso. Foi o gozo mais intenso que experimentei na minha vida!!!

Continuamos grudados um no outro até meu pau amolecer e ser expulso daquele cu que não parava de derramar porra, ela então levantou se da mesa e me confessou ter adorado dar o cu e que queria repetir a dose sempre que possível, e deu me um longo beijo. Saímos da sala e fui leva-la até a saída, ao passarmos pela recepção sua amiga com cara de cínica lhe pergunta por que ela estava com os cabelos meios desalinhados, ela só lhe deu uma piscadinha e saiu.

Percebi então que ela já tinha dito para a amiga que estava indo na sala de raio-x para me dar, quando retornei para a recepção Ana Paula me perguntou se havia sido um privilégio só de Tatiana ou se ela também poderia visitar minha sala de raio-x, mas essa é uma outra história!

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