Seduzindo o professor.

Meu nome é Carol, tenho 18 anos e moro em Natal. Sou uma típica ninfeta, novinha, no começo da vida, tendo ainda muita coisa para descobrir. Sempre fui muito curiosa em relação a sexo, sempre procurei saber de tudo sobre o tema. Estudo em uma escola bastante conhecida, com muitas meninas bonitas e isso me incomodava, todos os professores tinham uma certa idade e isso era muito chato, chato é muito pouco, é entediante, me fazia matar muitas aulas.

Um certo dia meu professor de Inglês ficou doente e colocou um cara no seu lugar e por eu faltar muito nas aulas dele fui a última a saber dessa novidade, fiquei sabendo porque era só o que se falava na escola, que iria chegar um professor novo, bonito, loiro, alto, olhos azuis, confesso que fiquei bastante curiosa em saber quem era ele, mas como sou diferente das outras meninas fiquei na minha esperei chegar a importante aula de inglês.

Esperei vários dias, mas nas primeiras semanas ele não apareceu até que desisti. Quando foi um dia, eu estava bem distraída folheando uma revista na sala de aula quando escutei uma voz diferente, desconhecida para mim, e bastante atraente por sinal. Quando olhei para o dono daquela voz, cheguei a arrepiar me todinha! Uma delícia de homem que me fez faltar até o folego! Nossa, como dizem por aí, “me apaixonei”. O interessante é que fiquei super nervosa, comecei a suar frio e quando ele vinha falar comigo os sintomas aumentavam, nunca tinha acontecido isso comigo, por que ele me deixava assim?

Os dias se passaram e comecei a reparar muito na sua beleza e isso não foi uma boa ideia, comecei a ter fantasias com ele, sonhar com ele, pensava o tempo todo em ter ele pra mim, mas como fazer isso? Era impossível um professor ficar com uma aluna, muito menos comigo! Aqui para nós, sou um pouco bonita, mas não me acho atraente, seria impossível! Meu desejo estava aumentando, só em pensar nele ficava molhadinha, todos os dias brincava com a minha buceta para ver se a vontade passava, mas isso só aumentava o meu tesão por ele, estava ficando angustiante.

Minhas amigas sempre falavam nele, diziam que iriam pegar o número dele, o Skype, etc., até o endereço dele. Rsrsrsrs. E eu sempre ficava ali na minha, calada sem dizer nada, até que um dia fiquei sabendo que as meninas já tinham tudo dele e que elas tinham anotado no caderno. Não tive coragem de pedir, então peguei o caderno de uma das meninas, quando elas saíram pra o intervalo. Estava um pouco feliz, eu iria poder pelo menos ficar amiguinha dele, e talvez em um futuro próximo conseguir algo com ele, como brasileira, né, não se deve desistir nunca.

Mandei o convite para o seu Messenger, senti uma sensação de frio na espinha. Rsrsrsrs. Mas mandei, né, agora era só esperar ele entrar para poder começar meu joguinho. Primeiro procurei saber se ele era solteiro, e graças a deus era, comecei a conversar com minhas amigas sobre ele, dizendo que não gostava dele, que achava ele um chato, procurei saber quando o outro professor voltaria a dar aula, mas para a minha felicidade, rsrsrs, ele iria demorar muito. Pensei comigo:

“Vou ter muito tempo pra testar o Lucas para ver se tenho uma chance, nem que seja pequena!”

Sempre entrava no Messenger com a esperança de que ele entrasse também, mas como ele é sempre muito ocupado mal entrava, mas tive sorte, um dia de noite por volta de 22:00 h ele entrou! Nossa, cheguei a ficar toda arrepiada, nervosa e tudo mais!! Mas concentrei me na minha meta e começamos a conversar como amigos, até que fui fazendo perguntas estratégicas.

– Professor, sabia que você é muito cobiçado no colégio? Principalmente na minha sala? – falei.

– Ah, isso é conversa sua, sou nada! – respondeu ele timidamente.

– Ah, professor você não percebe nada. Só podia ser loirinho mesmo, rsrsrs, as meninas só faltam pular em cima de ti! Eu mesmo olho muito pra você, mas fazer o que? Você nem percebe… – Falei insinuante. Ele respondeu me sorrindo:

– Não precisa me chamar de Professor, me chame de Lucas. Hummm, você olha para mim?

– Claro que sim! Você nunca percebeu? Você é que nunca olha para mim, fico muito triste sabia? – disse, fazendo charminho.

– Claro que olho para você Carol, olho muito! Mas você sempre esta distraída com alguma coisa ou nunca da bola para mim. Com todo respeito Carol, mas você, linda desse jeito, qual o homem que não olha para você?

– Ah, deixa de mentira! Tá me dizendo isso só para ser gentil, fique você sabendo que nem gostar de inglês eu gosto viu?!! Brincadeirinha viu, professor?!! – respondi fazendo gracinha.

– Já lhe disse que não precisa me chamar assim, sou seu professor só dentro da escola, fora, sou como um amigo e falando em aula de inglês, Carol, é sério minha linda, você está precisando se interessar mais, suas notas estão muito baixas. Dê um jeitinho de pegar mais nos livros! – aconselhou me ele com toda razão.

– Ah, professor, melhor dizendo, Lucas, eu não entendo nada de inglês, talvez se eu tivesse algumas aulas de reforço, mas tô sem tempo. Se talvez uma boa alma como a sua me ensinasse um pouquinho, sabe, com aulas particulares… – na brincadeirinha acabei soltando essa indireta, mas o que me espantou foi que ele concordou, disse que por gostar muito de mim iria fazer esse esforço, a gente acabou marcando para se ver no centro da cidade, mas mesmo assim era só para estudar, era o que eu pensava.

Cheguei primeiro do que ele, muito, muito ansiosa, até que ele chegou, até pensei que ele iria me deixar na mão, mas pelo contrário, se arrumou todo, estava bem perfumado. Nossa, sempre me imaginei tocando naquele corpo, beijando ele, mordendo, chupando e agora ele estava ali na minha frente, fitando me com aqueles lindos olhos azuis. Se ele soubesse o tanto de tesão que sinto por ele.

Ele me perguntou para onde a gente iria, respondi que qualquer lugar estava bom, então escolhemos ficar em uma pracinha pouco movimentada, ou melhor muito pouco movimentada. Ele disse que era melhor ficar ali, pelo silencio e calma, assim seria melhor para estudar.

Eu não estava nem aí para estudar, ai, ai, estava achando um inferno, aquela tentação na minha frente, mas estava um pouco feliz, pelo menos ele estava ali comigo. Começamos a estudar e ele falava, falava e eu só olhando para o céu e para as rosas ao meu redor. Até que ele percebeu, de repente ficou um pouco sério, e falou:

– Carol, você parece que não está nem um pouco interessada com o que estou lhe ensinando, né verdade? – confesso que fiquei com bastante vergonha, e lhe pedi desculpa.

Ele então começou a rir, muito e eu fui ficando com raiva, porque não sabia por qual motivo ele estava rindo daquele jeito. Pensei que com certeza deveria ser por minha causa, ele percebeu que eu estava irritada e me pediu mil perdões. Fiquei calada com cara de paisagem, até quando ele falou:

– Carol, vamos ser sinceros nem um de nós dois veio aqui para estudar, né verdade? – fiquei calada esperando que ele continuasse – Sempre olhei para você, você é minha aluna preferida, uma menina com carinha de anjo e corpinho de mulher, mas nunca tive coragem de falar com você tinha medo e vergonha, porque você bem sabe que sou tímido.

Continuei calada, ainda estava com raiva, mas percebi que ele começou a me olhar diferente, guardou os livros, sentou se mais próximo de mim. Eu só fazia rir e olhar para ele, até que ele tirou a camisa, nossa chega dei um suspiro, que corpo meu deus, mas eu tinha decidido que não iria fazer nada, iria esperar sua iniciativa, porque aquilo estava me dando um tesão enorme. Ele olhou nos meus olhos e disse:

– Carol, você é muito linda e deve ser bem “quentinha” não é mesmo? Embora pareça um anjo, me desculpe falar, mas seus olhos dizem outra coisa! Tenho quase certeza que de “santinha” você não tem nada.

Ele começou então a passar a mão na minha perna, foi subindo e subindo, e meu vestindo foi ficando menor. Era tudo que eu queria. Nossa, aquela mão tocando o meu corpo, minha buceta já estava bem molhada e louca pra ser fudida bem gostoso, mas continuei a me fazer de santinha e isso deixava o Lucas impaciente.

Ele começou a me beijar, até que me puxou podermos ficar em pé, sabia o que ele queria, queria roçar seu pau em mim para eu perceber que ele estava bem excitado. Nossa, quando senti ele me encoxar por trás, soltei até um gemido alto de prazer, a minha buceta ardia em chamas. mas continuei quietinha na minha. De repente ele segurou firme na minha mão e levou a em direção a sua calça, afastei me um pouco pois já sabia qual era a sua intenção. Ele não estava aguentando mais, e começou a falar.

– Ooowuw, Carolzinha… porque você está fazendo isso… – ele segurou meu pescoço levemente e falou pertinho do meu ouvido – Não precisa se fazer de Santinha comigo… Carol… eu sei que você é uma putinha…. seus olhos dizem isso… sua respiração demonstra isso… seu cheiro exala o perfume do pecado… eu sei que você veio aqui para isso… não vamos ser hipócritas… agora fica de joelho e chupa bem gostoso a minha pica com essa boquinha linda que sempre desejei… chupa…

Como uma aluna exemplar que sempre fui, fiz o que ele pediu… Nossa que pica mais gostosa, linda, cheirosa, dura, perfeita… do jeitinho que a Carolzinha gosta. Lambuzei me toda com aquela pica gostosa na minha boca, mal conseguia engoli-lo, mas mesmo assim continuava chupando com uma vontade e uma tara imensa.

Passava a língua com carinho na sua cabeça e chupava suas bolas rapidamente, ele me mandou parar, não entendi o porquê, ai ele me disse que já estava quase gozando, e que antes de gozar queria outra coisinha. Ele se sentou no banco, chamou me com a mão e pediu me para tirar a calcinha, balancei minha cabeça dizendo não. Ele lançou me então um olhar de tarado e disse:

– Não liga para o que está em sua volta, só pense no que a gente vai sentir. Você está de vestido mesmo, não tem problema nenhum… ninguém vai perceber. Não estava aguentando mais, para que pensar se o que eu queria mesmo era aquilo. Antes que eu sentasse na sua pica bem gostoso ele levantou minha perna e começou a chupar a minha buceta, dizendo:

– Hummm… adoro buceta raspadinha… nossa que delícia… parece bem apertadinha… e ela vai ser todinha minha… senta aqui bem gostoso… senta… cavalga bem gostoso na minha pica… vai…

Fui descendo bem devagarinho, foi bem difícil agasalhar toda aquela rola enorme e grossa na minha bucetinha apertadinha, mas estava tão gostoso, que só dele enterrar todo aquele colosso de carne dura já fui gozando, comecei a gemer no seu ouvido e ele foi falando:

– Isso goza minha cadelinha…. putinha deliciosa… minha aluninha exemplar… senta gostoso na minha pica e goza gostoso… depois quero gozar na sua boquinha… toda ninfetinha tem que beber leitinho quente…. Você quer leitinho quentinho? Quer minha putinha… quer?

– Quero… quero muito… vou beber seu leitinho todinho… goza na minha boquinha… depois… goza…

Eu descia e subia como uma louca, seu pau entrava todinho em mim, quanto mais eu cavalgava mais gemia, ele adorava dar tapinhas na minha cara e na minha bunda e assim me deixava mais louca. Ele me levou pra um lugar meio escuro, e disse:

– Fica de 4 pra mim… fica… minha cadelinha… vou meter bem gostoso em você…

Ele começou bem devagar, mais foi aumentando as estocadas, e eu já estava quase gozando novamente. Nossa, quanto mais ele me fudia mais eu queria ser comida, até que ele começou a gemer gostoso e a puxar meus cabelos:

– Chega Carolzinha… toma meu leitinho…. toma…. mama bem gostoso na minha pica…. mama…. beba todinho…. beba… – Foi muito gostoso eu confesso, mas infelizmente não nos vimos depois desse encontro… espero que tenham gostado do meu relato. Bjs!

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