Abuso na madrugada.

Vinicius, meu irmão mais velho, filho de Tito viria nos visitar. Tinha 18 anos e estudava há muitos anos fora do pais. Estava lindo, com os olhos verdes mais deliciosos de todos os tempos. Me chamava de irmãzinha, apesar de nunca ter sido realmente meu irmão. Estava muito gostoso, seu corpo era espetacular. Vivia me sentando no colo. E agora eu já sinto o volume, todas as vezes que me sento no colo dele. Um dia, passava pelo quarto, quando fui chamada por ele.

– Oi maninho…

– Oi, tô reparando em você… que bundinha é essa que você arrumou? Tá muito gostosa. Se não fosse minha irmã…

– Não sou sua irmã… – Ele sorriu, acho que interpretou a conversa da forma que não disse.

Sempre dormi de bruços, quando meu irmão emprestado me observava, sem calcinha, de bunda para cima no meu quarto abria as pernas para que ele visse meus buraquinhos. Vi quando ele saiu de pau duro e se tocando, adorei a cena. Na madrugada, ouvi que o chuveiro estava aberto. Pé ante pé, entrei no banheiro e o vi tomando banho. Era um homem belíssimo, pau duro, ele se tocava sussurrando meu nome. Tirei a calcinha e fiquei à espera da sua saída.

– O que você tem aí? – perguntei.

– Nada… – ele me disse.

– Isso que você tem no meio das pernas entra aqui, ó…

– Entra?

– Sim. Quer que te mostre? – Andei até ele, tirei a toalha e coloquei a cabeça dentro da minha buceta.

– É assim, ó… Ai… ai… huuummmm… que dura… que grossa…

– Nossa!! Que meladinha…. deixa eu meter tudo?

– Não, só a cabecinha…

– Ah, não faz isso. Deixa eu meter mais um pouco…

– Não… só a cabecinha…

Usei aquela cabeça com muito tesão. Esfregava meu grelo naquela cabeça, sentei nela, tão grossa e simulava uma penetração, mas recuava, várias vezes ele tentou empurrar toda aquela vara para dentro da minha buceta sedenta. Senti uma cuspidela na minha buceta. Ouvi barulho e sai correndo. Imagine se Tito visse aquilo.

– Volte, volte!

– Não. Somos irmãos!

– Não somos. E sempre quis meter fundo em você! – Saí correndo e me deitei novamente. Adormeci.

Lá pelas tantas, senti alguém deitado em cima de mim. Abri as pernas, para que fosse penetrada. E fui. Um pau grosso, grande chegou até o fim do meu arregaçado e cobiçado buraquinho. Gemi, pois doeu. Permaneci de costas. Não queria ver quem me possuía. Só queria o gozo abundante para poder dormir em paz. Quem me possuiu abriu minhas nádegas e entrou no meu cuzinho. Foram várias estocadas fortes e apressadas. Comecei a gemer, tentei me virar, mas fui forçada pelo macho quente a ficar de costas.

Ele me fodeu deitada de bruços, com a cara no travesseiro. O pau entrava e saia no meu cu. Eu empinava a bunda para que ficasse todo exposto para aquela maravilha. O pau feroz entrava e saia, repetidas vezes. Eu segurava meu bumbum, apertando-o em mim. Alguns tempo depois, ele gozou abundantemente.

Fiquei ali, suada, calcinha arriada e com melzinho daquele macho no meu cu. Quis me levantar, mas ele não saiu de cima de mim. O pau endureceu novamente e ele enterrou novamente no cu. As estocadas vinham mais fortes ainda. Gemia, urrava, enquanto ele enfiava fundo no meu cu. Levei dedadas na buceta, mas lá ele não quis enfiar. Doía. As estocadas seguiram-se. Eu enlouqueci. Levei toda a pujança daquele pau no meu cu.

Continuou bombando sem parar e em seguida, Ele gozou gostoso, com tanta porra. Gozei gostoso também. Não me limpei e não sabia quem tinha feito aquilo. Só imaginei. Foi maravilhoso… Dormi deliciosamente bem, sentindo o meu cu todo arrombado e cheio de porra.

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