A nora.

Eu estava sozinho em casa quando recebi um telefonema, era a minha nora dizendo que meu filho estava com alguns amigos jogando bola e iria voltar bem tarde e ela estava com medo de ficar sozinha em casa, eles moram em uma chácara a uns 2 km da cidade, como estava sozinho e nada para fazer, prontifiquei me a ir até a sua casa e fazer lhe companhia até meu filho chegar. Durante o trajeto de carro fui pensando no que meu filho tinha na cabeça, estava casado há menos de seis meses e já deixava a esposa sozinha em casa. Ela é novinha com pouco mais de 18 anos e é muito linda, tem um corpo escultural, seus cabelos são loiros e longos, os seios pequenos e firmes, uma cinturinha fina que faz sua bundinha redondinha ficar ainda maior e arrebitada, nossa!

Eu ali pensando no corpo de minha nora, chacoalhei a cabeça espantando aqueles pensamentos libidinosos, pois já estava ficando de pau duro só de pensar no corpinho da minha norinha, ao fazer uma curva avistei as luzes da casa e logo o portão que estava aberto.
Entrei direto e parei em frente à residência, desliguei o carro e dirigi me para a porta da casa que ficava em uma área que circundava a casa toda, eu mesmo havia construído e morado ali por muito tempo e quando meu filho se casou eu já morava na cidade, então deixei que eles morassem na chácara.

Minha nora logo apareceu abrindo a porta, estava com os cabelos molhados e o corpo enrolado em uma toalha, devia ter saído do banho naquele momento, ela me deu um beijo no rosto me agradecendo por ter vindo. Entrei na casa e sentei me no sofá em frente à TV, ela disse que já voltaria, iria vestir uma roupa, fiquei assistindo TV um pouco e logo levantei me e fui ao banheiro, para isso teria de passar em frente ao quarto do casal.

A porta estava aberta e ao passar olhei para dentro e ela estava nuazinha, com uma camiseta na mão, escolhendo a que iria colocar, eu fiquei deslumbrado com tamanha beleza daquela loirinha, a bundinha parecia melhor assim de perfil e os seios, nossa! Eram mais lindos do que eu havia imaginado, ela olhou para a porta e me viu, nossos olhares se cruzaram, aqueles olhos verdes parecia que iriam me congelar, e fez isso mesmo, fiquei sem reação, paralisado por alguns segundos, mas assim que me recompus abaixei a cabeça e sai dali o mais rápido que pude em direção ao banheiro.

Sai do banheiro e fui para a sala e novamente sentei me no sofá, meio envergonhado pelo acontecido, mas não havia sido nada intencional, então achei que ela não ficaria brava, ela apareceu na minha frente, esperei pela bronca, mas ela só disse que estava preparando algo para nós comermos e que eu fosse para a cozinha. Ela saiu andando na minha frente eu fiquei observando a, ela estava com um shortinho de flanela bem coladinho ao corpo e ia andando na minha frente como uma gatinha, sua bundinha parecia acenar para mim.

Sentei me na mesa que havia na cozinha e ela serviu me uma lasanha, perguntou me se eu queria beber algo, eu disse que um vinho se tivesse, ela saiu e voltou com uma garrafa de vinho suave e duas taças. Serviu me e ficamos ali comendo, tomando vinho e conversando, não sei em que momento a conversa acabou tomando um rumo mais quente e picante, assim acabei dizendo que ela estava linda nua e que seu corpo era muito belo, que meu filho tinha muita sorte.

Ela então surpreendeu me dizendo que achava me muito atraente e que algumas vezes se imaginou, transando comigo. Nossa, na mesma hora fiquei de pau duro, ela também comentou que meu filho a estava deixando de lado e não mais a procurava, achava até que ele tinha uma amante, ou algo pior, pois ele só andava em companhia de um amigo inseparável, e que já havia visto algumas insinuações entre eles. Eu fiquei só escutando o desabafo dela, terminamos de comer, ela pegou os pratos colocando-os na pia para lavá-los, prontifiquei me para ajudá-la, o telefone tocou e ela foi atender, escutei quando ela disse:

– Está bem… você que sabe… – ao voltar ela me disse que era meu filho dizendo que iria para a casa de seu amigo e iria demorar um pouco mais.

Ela me deu um sorriso chateada e chacoalhou a cabeça, voltando a lavar a louça, eu ia enxugando, sentia seu perfume e o calor do seu corpo próximo ao meu, minha excitação era enorme, mal conseguia conter meu corpo, que tremia cada vez em que minha mão casualmente tocava na sua quando ia pegar um prato. Acho que ela percebia isso, pois demorava cada vez mais com o contato de seus dedinhos finos e macios, terminei de enxugar os pratos e ela passava o pano enxugando a pia, ao passar por trás dela arrisque e rocei levemente meu pau duro na sua bundinha.

Senti que ela se arrepiou e forçou aquela coisinha linda em direção ao meu pau duro, não aguentei, enlacei sua cinturinha e grudei meu corpo no seu, deslizei a mão pela sua barriguinha e cheguei aos seios, estava sem sutiã. Ela gemeu e soltou o pano que estava em sua mão, virei ela de frente e dei-lhe um beijo ardente, ela quase perdeu o fôlego, seus lábios estavam muito macios e trêmulos de tanta excitação, levantei sua blusa e comecei a beijar e a acariciar seus seios duros e lindos.

Ela se contorcia e gemia de tanto tesão, levei a mão para o meio de suas pernas e toquei e massageei a sua buceta por cima do seu shortinho, depois meti as mão por dentro dele e espalmei a minha mão sobre aquela buceta com pelinhos ralos e macios quase não dava para senti-los. Deslizei o meu dedo médio por entre os lábios da sua buceta ensopadinha e acariciei o seu clitóris, sentia a umidade de sua buceta aumentar gradativamente, parecia implorar por uma pica.

Levantei minha norinha e a coloquei sentada sobre o balcão da pia, abri suas pernas e afastei seu shortinho de lado e comecei a chupar o seu grelinho, ela gemia alto e segurava com força a minha cabeça, comprimindo a minha boca de encontro a sua buceta, quase arrancava meus cabelos com as mãos.

Eu não dava trégua, chupava e metia a língua no seu buraquinho meladinho, chicoteava, lambia e chupava o seu grelinho, até que comecei a sentir aumentar a quantidade daquela babinha viscosa e deliciosa que vertia de dentro da sua buceta, ela gemia alto e rouco, apertando mais ainda a minha cabeça de encontro a sua buceta.

Continuei lambendo e chupando aquela buceta cheirosa e deliciosa, o corpo dela todo estremecia como se estivesse levando pequenos choques, fui então subindo, beijando e lambendo, até alcançar seus lindos seios, cheguei na sua boquinha linda, chupei sua língua e encostei a cabeça da minha pica dura já toda babada bem na entradinha da sua buceta.

Ela cruzou as suas pernas em volta do meu quadril e puxou-me de encontro ao seu corpo, a cabeça da minha pica entrou com uma certa dificuldade naquele buraquinho apertadinho, chegou a dar um salto para dentro, arrancando um forte gemido dela. Fiquei parado e intensifiquei o beijo na sua boca e as carícias nos seus seios, logo senti as suas pernas puxando me novamente, segurei a firme pelas ancas e puxei lentamente o seu corpo de encontro ao meu.

Senti a minha pica aprofundando se lentamente para o interior daquele buraquinho apertadinho e quentinho, cujas paredes pareciam querer mastigar todo o corpo da minha pica, que sensação deliciosa, nunca havia comido uma buceta assim! Quando senti que a minha pica estava toda agasalhada nas profundezas daquela buceta quente e apertada, sem parar de beija-la, comecei a estocar suavemente, ela começou a unhar as minhas costas e a gemer de uma forma até escandalosa, e isso excitou me de tal maneira que não aguentei e comecei a despejar jatos fortes de porra dentro da sua buceta, ao mesmo tempo em que ela gemia e urrava escandalosamente, enterrando com força suas unhas nas minhas costas e a sua buceta comprimia com força todo o corpo da minha pica, foi delicioso demais!

Com as pernas dela cruzadas na minha cintura e a minha pica ainda dentro da sua buceta, a levei para a sala e a coloquei deitada no sofá, retirei sua camiseta e seu shortinho, deixando ela nuazinha, aquele lindo corpo branquinho parecia frágil como uma boneca de porcelana. Comecei a lambe-la toda, tirava os nossos líquidos misturados de sua buceta e beijava a sua boquinha, esfregava a minha pica na sua buceta toda melecada e dava para ela chupar, até que a certa altura ela rolou ficando deitada de bruços.

Sua bundinha ficou a minha frente, era a visão mais linda que já havia visto, aquela bundinha redondinha e empinadinha oferecendo se, a minha pica continuava dura como uma rocha e toda melada pelos nossos líquidos e pela sua baba. Ela colocou as mãos na sua bundinha e abriu aqueles dois morrinhos deliciosos, vi a entradinha da buceta e o cuzinho rosadinho que se contraia suavemente, eu não aguentei e enfiei a cara ali.

Comecei a lamber aquela buceta e passei bastante cuspe naquele cu cheiroso enfiando um pouco da língua nele, ela olhou para trás e sorriu maliciosamente, era o sinal verde para que eu pudesse seguir em frente. A minha pica pulsava descontroladamente, comecei então a lacear a entrada do seu anelzinho com um dedo e depois dois, assim que o senti mais macio e receptivo, cobri o seu corpo apoiando me em meus braços.

Ela ajudou segurando a minha pica e alojando a cabeça na entradinha do seu cu, forcei um pouco e ela empinou mais a bundinha, o seu anelzinho cedeu e vi a cabeça da minha pica alojar-se entre as pregas do seu buraquinho. Ela gemeu de dor acusando a invasão, mas não protestou, muito pelo contrário, segurou os dois morrinhos e arregaçou mais ainda a sua bundinha, forcei mais um pouco e ela voltou a empinar a bundinha, fazendo com que quase a metade da minha pica fosse engolido por aquele buraquinho quentinho e apertadinho.

Comecei a estocar lentamente, bem curto, depois fui aumentando de intensidade até sentir a minha pica completamente atolada naquele cu gostoso. Conforme os gemidos de prazer dela foram aumentando, aumentei a intensidade e o ritmo das estocadas.

– Vaaaiii… me arrooommmbaaaa… enraba a sua norinha putinha… tira todas as pregas do cuzinho dela… tira… meu macho gostooosooo… se o seu filho num aguenta… o pai tem de fazerrr….- Eu nem ligava, dando estocadas cada vez mais fortes que batia naquela bundinha fazendo muito barulho.

Ela colocou uma das mão na buceta e começou a massagear o seu grelinho, quando vi que ela estava gozando, aumentei as estocada e comecei a encher o seu cuzinho de porra, foi o gozo mais intenso que tive na vida!

Quando tirei a minha pica e vi aquele anelzinho vermelho piscando e soltando uma gotinha branca de porra, não aguentei e meti a língua nele! Virei ela e deitei me ao seu lado passando a mão pelo seu corpo e acariciando aqueles seios lindos, dei-lhe vários beijos, parecíamos adolescentes namorando, não queria mais sair dali do seu lado.

Após mais alguns amassos, nos recompomos e ficamos um tempo assistindo filmes na TV, comendo pipoca que ela havia preparado, riamos e contávamos piadas como dois adolescentes, eu pegava em suas mãos e as alisava, e as vezes dava um longo beijo, eu nunca me senti tão feliz, e acho que ela também.

Meu filho chegou e ficou contente por eu estar ali cuidando da sua esposinha, após esse dia quase todos os dias eu ia na casa deles para fazer companhia para minha norinha e quando meu filho saia eu e ela parecíamos dois namoradinhos sapecas descobrindo o amor e assim satisfazia os seus e meus desejos.

Meu filho saia sempre e fiquei sabendo que ele gostava mesmo era de homens, assim ele mesmo me ligava pedindo para ir fazer companhia a sua esposa, ele devia saber que eu estava traçando ela e acho que até estava contente com isso, por que sobrava mais tempo para ele ficar com seus amigos, e agora ela está grávida, de quem será…

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