Comendo a corretora.

Acordei sobressaltado achando que havia perdido a hora. Era segunda-feira e eu havia ficado acordado até tarde vendo TV. Chequei o relógio e percebi que ainda era cedo. Levantei calmamente e fui tomar meu banho matinal. Preparei meu café enquanto acompanhava as notícias no telejornal. Interessam-me as notícias de economia, pois aguardo ansiosamente a retomada do crescimento econômico.

Meu receio de atrasar tinha uma razão. Eu havia agendado uma visita com uma corretora para colocar um apartamento a venda. Mesmo sabendo que o mercado está em baixa, preferi me desfazer do imóvel, mesmo sabendo que vou perder algum dinheiro. Outros investimentos que pretendo fazer devem me fazer recuperar essa perda.

A corretora, no entanto, era para quem o meu pensamento sempre se voltava. Seu nome é Fernanda e a conheci algum tempo atrás, na fila de um supermercado. Trocamos cartões e agora que surgiu essa oportunidade, resolvi passar para ela o encargo da comercialização. Fernanda é uma linda mulher, corpo bem modelado por anos de academia, seios firmes, um sorriso contagiante e lindo. Igualmente lindo é seu rosto, que emoldurado por longos cabelos, a deixa com aquela aparência que te dá vontade de estar sempre perto dela. Para completar o conjunto, uma bundinha linda, durinha, que imagino ser gostosa de apertar, para não falar outra coisa.

Nesse momento você deve estar pensando que a venda da casa fica em segundo plano e o que eu quero mesmo é encontrar com ela. Acertou. Tentei várias vezes marcar essa visita, mas a agenda dela nunca batia e na sexta-feira, para minha surpresa ela mandou uma mensagem dizendo que poderia ser hoje na parte da manhã. Nem pensei duas vezes para desmarcar todos os meus compromissos e não perder a chance de vê-la novamente.

Cheguei ao escritório dela no horário marcado e de lá seguimos para o meu apartamento. No caminho eu mal olhava para o transito. Ela estava linda como da vez que a conheci, vestia uma blusinha branca de malha bem cavada e consegui ver que usava um sutiã branco que realçava seus seios. Calça jeans justa e uma sandália de salto alto. Só não consegui ver a cor da calcinha e na minha imaginação pervertida, arrisquei pensar que não usava nada.

Chegamos ao prédio e entramos conversando sobre as facilidades oferecidas no condomínio. O elevador já estava no térreo e assim que ele fechou a porta e começou a subir, Fernanda fez um comentário sobre o perfume que eu estava usando. Disse que era muito gostoso. Na saída do elevador, involuntariamente meu braço tocou nos seios dela, enquanto eu tentava segurar a porta do elevador. Ela fez de conta que não sentiu e eu também não pedi desculpas para não a constranger. Passou como um acaso.

O apartamento estava fechado há algum tempo, quase totalmente vazio, exceto uma banqueta alta do bar e umas caixas, mas estava perfeitamente limpo já que a cada 15 dias uma pessoa fazia uma pequena faxina. Fernanda tirou várias fotos, foi na sacada conhecer a vista e fez algumas anotações na agenda. Eu ressaltei alguns pontos positivos do prédio e do apartamento, a localização das vagas e outros detalhes.

Durante esse tempo que ficamos ali, fizemos alguns comentários que não faziam parte do contexto e alguns de cunho pessoal, de forma que em pouco tempo já estávamos entrosados e leves. Comentei sobre seu corpo de rata de academia e ela comentou que realmente gostava de malhar. Acabamos ficando conversando um tempinho além da visita e eu a escutava e admirava sua beleza, seu charme e seu corpo. No mais, tudo que havia para ser visto do imóvel estava concluído e já estávamos de saída quando me lembrei de não ter mostrado uma coisa e quando, instintivamente peguei em seu braço para leva-la até onde queria ir, acabamos ficando perto demais.

Ela me olhou muito profundamente e eu retribui o olhar. Ficamos assim por uns dois segundos, mas pareceu me muito mais. Não resisti e beijei seus lábios, sem me preocupar com uma possível reação negativa dela. Para minha surpresa ela não se opôs e me beijou também. Eu não estava acreditando que aquela mulher deliciosa estava ali comigo, sozinha no meu apartamento. Apertei-a contra meu corpo e ela se esfregou em mim. Imediatamente minhas mãos desceram pelas suas costas e apertei sua bunda.

Fernanda ficou louca e continuou me beijando enquanto eu já tentava enfiar a mão dentro da sua calça para sentir o toque em sua bunda. Ela gemia e eu também estava com o pau duro roçando na altura da barriga dela. Num movimento rápido, levantei e tirei sua blusa e imediatamente soltei o fecho do sutiã, liberando aqueles seios lindos e durinhos. Coloquei minha boca neles, chupando e brincando em movimentos circulares nos bicos, que estavam muito duros.

Ajoelhei e desabotoei seu jeans, puxei o zíper para em seguida tirar a calça dela. Como era muito justa, deu um pouco de trabalho, mas eu pude enfim ver a minúscula calcinha branca. Na frente, mal cobria os lábios de sua buceta e atrás era apenas um fio, enterrado em seu rego. Meu pau latejava de tão duro e eu só consegui me imaginar fodendo a buceta da Fernanda. Ela deve ter lido meu pensamento pois abriu meu zíper e soltou o cinto e o botão em segundos.

Eu ajudei com as pernas e chutei a calça longe. Enquanto eu tirava minha camisa, ela abaixou minha cueca e colocou meu pau naquela boquinha linda. Normalmente prefiro chupar a ser chupado, mas ela realmente sabia o que fazer com a boca e as mãos. Nunca havia sido chupado daquela maneira tão deliciosa. Parecia que estava com um sorvete na boca, se deliciando e me proporcionando um imenso prazer. Alertei-a para ir devagar pois estava muito gostoso e eu não queria gozar tão cedo.

Fernanda não me deu ouvidos e continuou chupando e chegou um momento em que eu já não consegui mais segurar. Lembro-me de ter dito apenas que já estava gozando. Ela não parou e eu despejei muita porra quente naquela boca deliciosa. Foi um prazer indescritível e ela fez questão de certificar que não sobrou uma gota no meu pau.

Apesar do tesão que ela me proporcionou, eu não queria ter gozado tão logo pois já não sou tão jovem e agora demoraria um tempinho até eu conseguir foder aquela mulher maravilhosa. Ela continuava ajoelhada na minha frente, segurando meu pau com uma mão e com a outra se masturbava. Antes de gozar ela levantou e disse que agora ela queria ser fodida como uma putinha safada. Eu sabia que iria demorar um pouquinho para meu pau ficar duro novamente, então vi a banqueta do bar e levei Fernanda até ela.

Pedi para que sentasse na beiradinha e abrisse a perna, pois agora ela é que seria chupada. Ela fez exatamente como eu pedi e com os dedos, abriu os lábios da buceta, expondo um grelinho durinho, rosinha, pronto para ser chupado. A grande maioria dos homens não sabe chupar uma buceta e fazem quase tudo errado. O segredo está na pressão, que tem que ser a menor possível e os movimentos da língua não podem ser repetitivos para não causarem mais incomodo do que prazer.

Resumindo, tem que chupar como se fosse uma mulher chupando, pois elas sabem como preferem. Felizmente aprendi a lição.
E assim comecei a chupar aquela bucetinha linda, totalmente raspada e decididamente, deliciosa. Fernanda se contorcia e gemia sentada naquela banqueta. Com as mãos ela puxava minha cabeça como se quisesse que eu entrasse dentro dela. Ela deve ter segurado algumas vezes para não gozar na minha boca e então pediu que eu a fodesse.

Confesso que estava com muito tesão, mas meu pau ainda não respondia bem. Levantei, a abracei por trás com ela ainda sentada na banqueta. Puxei-a para trás, de forma que metade de sua bunda ficou para fora. Então voltei a ajoelhar e passei a língua levemente no cuzinho dela. Ela arrepiou e não fez nenhuma oposição. Continuei por mais um tempo e fui levantando, beijando suas costas, pescoço até que sussurrei em seu ouvido que iria foder o cuzinho dela.

Fernanda me olhou bem safada e disse para eu meter bem devagarinho pois ela nunca tinha feito isso. Não preciso nem dizer, mas suas palavras e a carinha com que me olhou, fizeram mau pau acender novamente. Da forma como ela estava sentada, meu pau roçava sua bunda, esfregava por entre seu rego enquanto ela iniciava um rebolado sensual. Disse a ela que o importante era ela ficar totalmente relaxada e se entregar àquele prazer, pois somente assim eu poderia enfiar meu pau no seu cuzinho sem qualquer tipo de dor.

Levei minha mão até sua boca e pedi a ela que cuspisse para eu poder lubrificar bem a cabeça do meu pau. Ela repetiu isso duas vezes para garantir que entrasse mais facilmente. Antes de tentar penetrar aquele cuzinho virgem, fui fazendo tentativas com o dedo indicador, testando as reações do corpo dela. Enquanto isso, com a outra mão eu massageava levemente seu grelinho e sussurrava no ouvido dela que eu estava louco para fodê-la, perguntava se ela ia gemer muito e ia pedir para eu enfiar tudo.

Fernanda ficou louca de vontade e me pedia para meter logo a minha pica. Eu continuava apenas mexendo com um dedo e então arrisquei colocar mais um. Ela deu uma travada, mas estava determinada e foi relaxando permitindo que os dois dedos a explorassem fundo. Percebi que ela já estava mais do que preparada e novamente pedi mais cuspe. Para ajudar, tinha aquela baba lubrificante que estava saindo do meu pau.

Encostei a cabecinha bem na portinha e empurrei um pouquinho, bem devagar. Fernanda se ajeitou um pouco na banqueta, empinou um pouco a bundinha e empurrei mais um pouco. Deixei um pouco e depois afastei. Joguei mais cuspe e voltei a empurra devagar e então passou a cabeça. Ela gemeu, mas não de dor. Fiz pequenos movimentos de vaivém, enquanto com a outra mão enfie um dedo na bucetinha que estava ensopada.

Meus movimentos foram ficando um pouco mais frequentes e minhas estocadas cada vez mais profundas, mas sempre deixando que o corpo dela desse o ritmo de penetração. Quando pouco mais da metade já estava dentro dela, me pediu para enterrar até o fim. Perguntei se ela aguentaria e se não estava doendo. Fernanda implorou para que eu empurrasse tudo e assim eu fiz. Ela urrou de tesão e foi difícil mantê-la sobre a banqueta. Ela queria que eu socasse com força e pedia isso exatamente como uma putinha safada que adora dar para seu macho:

Mete… mete forte… – ela pedia – Fode esse cu que é só seu… Me fode sem parar…

Sentia seu cu apertando meu pau, em movimentos sistólicos e eu quase saia de dentro de dela e voltava a enfiar até o talo. Foram dez ou quinze minutos de puro tesão e total entrega da parte dela. Eu estava a ponto de gozar novamente então ela gritou que estava gozando e pediu para eu encher o cuzinho dela de porra. Gozamos exatamente juntos e foi um volume muito grande de porra inundando o cuzinho dela. Ela me disse que sentiu vários jatos quentes.

Ficamos um pouco curtindo aquele momento só nosso e ela disse que adorou e completou dizendo que se soubesse já teria dado o cuzinho muito antes. Beijamo-nos um tempo até nos darmos conta que as horas tinham voado e ela precisava ir. Por sorte ainda tinha chuveiro no apartamento. Tomamos um banho e aproveitamos para nos tocar mais um pouco. O apartamento ainda não vendi e é melhor assim, pois Fernanda e eu voltamos lá muitas outras vezes. Somos uma dupla de safados que se entende muito bem…

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