Valéria.

Conheci Valéria há aproximadamente 12 anos atrás. Nesta época, ambos casados, trabalhávamos no mesmo projeto, na mesma equipe e de imediato nos tornamos amigos. Como o projeto não era em São Paulo, local onde residimos, ficávamos a semana toda em uma cidade do interior Paulista e às sextas feiras regressávamos. Neste período da semana sempre jantávamos juntos, discutíamos os detalhes necessários para a melhor condução do projeto e falávamos até mesmo sobre temas pessoais, mas sempre sem nenhuma conotação mais intima.

Não que ela não merecesse ou não me interessava. Sim, ela me interessava e muito. Ela, uma mulher muito linda, alta para o sexo feminino, pernas longas, cabelos negros, longos e ondulados. Seios médios e quadris largos. Tipo cavalona. Enfim, muito, mas muito gostosa e desde o primeiro instante tive um tesão muito grande por ela. Como era casada, qualquer tentativa de minha parte em tornar a conversa mais intima, era educadamente rechaçada. Com o passar do tempo, parei de tentar e assumi meu papel de “amigo”.

Mas sempre existiram ocorrências em que fui obrigado a bater uma punheta ao chegar ao hotel, como por exemplo, em um jantar, onde estávamos com um grupo não muito grande, mais precisamente em três casais, todos amigos entre si. Acabei sentando ao lado de uma outra mulher que após algumas taças de vinho queria que eu a acompanhasse até o hotel, por segurança, dizia. E dizia para que todos à mesa escutassem. E disso Valéria não gostou muito. No caminho de volta ficou ao meu lado, bastante coladinha, para que a outra colega não tivesse a oportunidade de finalizar a “solicitação”.

Disse, no meu ouvido, que não iria permitir que nada ocorresse entre eu e a colega. Perguntei imediatamente o porquê daquilo e ela só me olhou séria, não falando absolutamente nada. Fiquei imediatamente de pau duro e como não estávamos a sós, não pude dar continuidade, pois havíamos chegado ao hotel onde estávamos e já entramos todos no elevador. E Valéria logo desceu.

Cheguei no meu quarto e liguei imediatamente para ela. Começamos a conversar mais um pouco e disse a ela que iria descer para o seu quarto. A ideia foi muito bem aceita e ao chegar na porta de seu quarto, ela não permitiu minha entrada. Acredito que por ser casada, veio a crise de consciência. Se desculpou por ter estragado minha noite e entrou. Fiquei muito puto com ela. Tive que bater uma punheta nesta noite. O tempo passou, ficamos solteiros e ficamos também cada vez mais amigos e confidentes. Até que ela se casou novamente. E aí começaram, não os problemas, mas as situações deliciosas.

Como tenho também um apartamento bastante confortável na praia, resolvi passar um final de semana lá, pois já faziam dias que não ia. Comentei isso com Valéria que de pronto me disse que queria ir também e iria falar com Marcelo, seu marido, para poderem aproveitar o final de semana. Comentei que iria na quinta-feira pela manhã para não pegar transito, o que para ela foi uma grande ideia, e me disse que iriam também na quinta feira.

Cheguei lá por volta das 11:00 h da manhã e perto do meio dia ela chegou, sozinha. Nos cumprimentamos como sempre, com um longo e apertado abraço e um beijo bem gostoso no rosto. Disse que o Marcelo, seu marido, por problemas profissionais chegaria somente na sexta-feira pela manhã. Ela não me pareceu nem um pouco preocupada com isso, pelo contrário, comentou que estava precisando de um tempo mesmo. A ajudei com as malas e ela se instalou no quarto que sempre ficavam quando vinham para a praia.

Combinamos de passear e almoçar pela praia e para isso ela se preparou colocando um biquíni bastante pequeno com uma canga bem transparente. Normal, mesmo porque estávamos na praia, mas isso me deu um tesão enorme, vendo aquelas pernas lindas, coxas deliciosas e uma bunda de levantar arquibancadas inteiras. Comecei a imaginar coisas, pois já que seu marido não estava, poderíamos aproveitar o momento. Quase fui à loucura quando me pediu para passar um protetor solar. Tive que tirar sua canga e comecei a passar pelas suas costas, pernas, bundinha deliciosa. Comecei a massagear sua bunda deliciosa, suas coxas, dentro de suas coxas, chegando perto de sua buceta e…

Melhor pararmos por aqui… – disse ela – Pelo menos por enquanto… – emendou e sorriu. Clara sinalização do que viria acontecer, pensei. Saímos para passear e como fazia muito calor, paramos em um quiosque para comermos e bebermos algo, algumas cervejas, por exemplo. Comemos e bebemos bastante. Rimos muito e sempre nos tocando, de forma muito discreta, mas sempre nos tocando.

Ficamos quase 3 horas conversando, comendo, bebendo e sempre se tocando discretamente, casualmente. Voltamos para o apartamento e no elevador, entrei por último e me postei exatamente na sua frente, encarando-a. Criei coragem e dei-lhe um beijo muito gostoso, onde nossas línguas se encontraram pela primeira vez. Fiquei alucinado, e falar que eu estava de pau muito duro seria redundância. Tirei sua canga, a trouxe para perto, e ela pode sentir o meu pau duríssimo.

Estava massageando sua bunda deliciosa quando o elevador chegou no meu andar. Saímos do elevador, ela na minha frente e eu a encoxando, como dois adolescentes. Consegui abrir a porta do apartamento, entramos e começamos a nos beijar loucamente. Beijava seu pescoço, sua nuca e segurava seus ombros. Comecei a tirar a parte de cima de seu biquíni, pois a canga já tinha tirado. Eu estava com o pau fora da sunga, o que a fez suspirar e admirar, pois tenho um dote bastante interessante.

Ela segurou e começou a bater uma punheta para mim. Quero comentar aqui que não queríamos fazer AMOR, nem TRANSAR. O que nós dois queríamos mesmo era FUDER, METER e GOZAR!! Queríamos que todo o tempo perdido, fosse recuperado. Comecei a chupar seus seios, relativamente durinhos e empinadinhos, mas igualmente espetaculares e com os bicos durinhos.

Enquanto chupava os seios, uma mão estava bolinando sua buceta, totalmente depiladinha e lisinha, e a outra mão, na sua bunda gostosa. Ela estava completamente molhada. Metia dois dedos na buceta e fazia movimentos vigorosos entrando e saindo. Lubrifiquei um dedo no gozo de sua buceta e meti no seu rabinho. Estava com dois dedos na buceta e agora mais dois no cuzinho. Ela se contorcia de prazer. Abaixou-se e começou a fazer o boquete mais espetacular que recebi.

Com uma mão me punheteava enquanto enfiava toda minha rola na sua boca. A visão daquela mulher gostosa ajoelhada com a minha rola toda na boca, me fez quase gozar. Segurei bastante para não encher sua boca de porra.

A coloquei no sofá deitada, abri bem suas pernas e passei a chupar aquela buceta depiladinha, deliciosa. Passei a língua no seu grelinho e mordisquei. Metia dois, três dedos nesta buceta. Senti toda sua umidade, e sentia também que seu corpo estremecia a cada línguada que eu dava. Valéria gozou muito gostoso na minha boca.

Iniciamos um delicioso “69”, onde eu estava por baixo e ela de pernas abertas esfregando aquela buceta na minha cara. Chupei novamente, chupei muito. Metia dois dedos em seu cuzinho. Podia sentir ela engolindo meu pau, subindo e descendo a cabeça, entrando e saindo de sua boca. Lambia minhas bolas.

Comigo deitado, ela se posicionou para ser penetrada, direcionando meu caralho para a entrada de sua buceta. Enterrei com força, enquanto segurava seus seios e a beijava com muito tesão. Sentia seu corpo, sua buceta, seus seios, sentia muito tesão e bombava meu pau naquela buceta apertada e toda melada. Ela começou a gozar e gritava:

Mete… mete forte… me fode toda… goza dentro… não tira não… !!!!!

Quase que imediatamente comecei a gozar dentro de sua buceta. Parecia uma eternidade aquele gozo. Gozei com dois dedos atolados no seu cuzinho. Que delícia!!!!! Fiquei com meu pau dentro de sua buceta, mais um bom tempo. Sorrimos um para o outro, buscando cumplicidade e nos beijamos de forma apaixonada. Estávamos ali. Os dois nus e curtindo o momento. Conversamos sobre muitas coisas, mas em nenhum momento falamos de seu marido e da traição ocorrida. Para nós, não houve traição. O que realmente houve, foi um acerto de contas.

Ela não havia ido ao banheiro se lavar ainda quando comecei a ficar de pau duro novamente. Ao perceber que estava endurecendo, ela começou com nova punheta, ao mesmo tempo que me beijava alucinadamente.

A coloquei de quatro e iniciei uma gostosa seção de línguada no seu cu; Cu não se pede para comer, Cu, se prepara para implorar que seja fodido… Meti novamente na sua buceta primeiro, enquanto metia dois dedos no seu cu. Tirei meu pau, meio melado de porra e apontei para o seu cu. Forcei e ela fez que não queria. Não disse nada, mas fez menção de sair. A segurei e forcei a cabeça da minha pica contra o seu cu e a cabeça entrou suavemente. Valéria soltou um gemido que a princípio me pareceu de dor. Parei de meter, mas continuei com meu pau dentro. Foi se acostumando e fui lubrificando com saliva mesmo. Fui metendo devagar, bem devagar, até chegar no talo do meu pau. Esperei ela se acostumar com meu membro em seu cu gostoso. Iniciei um vai e vem moderado, até chegar a bombar rápido e ela me pedir para meter com força.

Que delícia!!! Fode gostoso… vai… fode… Mete no rabinho da tua puta… mete com força… tesão!!!! Goza dentro do cu da tua putinha… goza…!!!!

Desta vez gozei dentro de seu cu, para mim bastante apertado. Acredito que o sexo anal para ela, não seja uma prática comum. Ainda tinha várias pregas, o que denotava que não era constante a utilização de seu rabinho… Por volta das 20:00 h resolvemos tomar um banho, pois retornamos da praia e já começamos a meter, sem chance nenhuma para um banho antes de foder gostoso. O tesão era muito e banho naquele momento era desnecessário.

Fomos para meu quarto e nos banhamos na suíte. Curtimos muito aquele momento. Eu a ensaboava toda, sua buceta, seu rabinho, suas costas, pernas. Foi quando o celular dela tocou. Era o Marcelo, seu marido. Ela prontamente o atendeu e conversaram por um bom tempo. Ele a avisou que sairia de São Paulo cedo e que por volta das 11:00 h chegaria.

Enquanto conversavam, só de sacanagem, eu a bolinava. Estava de pau duro e fiz gestos para que ela me chupasse. Meteu meu pau na sua boca e iniciou um boquete delicioso. Ela só tirava meu pau da boca quando tinha que falar. A coloquei de quatro e chupei sua buceta por trás. Tudo de uma forma que não comprometesse a conversa. Nestas idas e vindas, gozei mais uma vez, só que desta vez na sua boca e com ela ao celular. Marcelo perguntou o que havia acontecido e ela disse:

Como estou indo dormir, resolvi tomar um pouco de leite quente, só isso… – A explicação foi aceita por ele que logo se despediu.

Conversamos bastante sobre o que havia acontecido, e fomos unânimes, isso já deveria ter acontecido há muito tempo. Foi uma perda de tempo inexplicável para ambos. Tentei me justificar, comentando que não queria que uma atitude de aproximação com fins sexuais, pudesse atrapalhar uma amizade como a nossa.

Por volta das 23:00 h fomos para meu quarto dormir. Como estávamos exaustos, dormimos juntinhos e abraçados. Ela só de calcinha e eu totalmente nu. Antes de amanhecer, acordei de pau muito duro. Por brincadeira botei meu pau em suas coxas, pressionando e roçando sua buceta escondida pela calcinha, por trás.

Ficamos nesta brincadeira até que tirei de lado sua calcinha e atolei a minha pica para dentro da sua buceta. Metia de ladinho e aproveitava para colocar um, dois dedos em seu cu. Pude sentir que ela gozou gostoso no meu pau. Eu estava quase gozando nesta posição quando ela se virou, e começou a fazer um boquete delicioso, com meu pau todo melado com seu gozo. Ela enfiava meu pau em sua boca e me punheteava.

Me punheteava com a maestria de quem quer outra vez sorver todo meu gozo. E foi isso que aconteceu. Esporrei dentro de sua boca que não perdeu nenhuma gota. Estávamos exaustos e dormimos novamente, pois ainda não havia amanhecido. Acordamos com seu celular tocando. Claro que deveria ser o seu marido Marcelo avisando que estava chegando. Em parte, era verdade.

Efetivamente era o Marcelo ligando, mas para avisar que só chegaria no final da tarde. Eu estava um pouco preocupado com o horário, afinal imaginava que ele já deveria estar chegando. Mas fui tranquilizado pela Valéria, que me deu a notícia do novo atraso. E não notei que isso a tenha deixado chateada. Enfim, nos levantamos, tomamos um banho bem gostoso, onde brincamos um pouco, mas não metemos, e começamos a preparar o café da manhã. Estávamos com muita fome.

A sexta feira estava linda. O céu claro e sem nuvens, definia que o dia seria de muito calor. Preparamos as coisas para irmos à praia e aproveitar já que não deveria ter muita gente. Claro que ela estava muito gostosa, com um biquíni bastante pequeno e que a deixava um tesão. Como um adolescente, passei a mão em sua bunda deliciosa.

Fiquei de pau duro imediatamente, e só consegui um boquete antes de sair. Lá chegando encontramos dois casais amigos meus, que moram por lá. Eles já tinham ouvido falar da Valéria, e ficaram muito felizes ao conhece-la. O dia foi se passando, fomos todos almoçar no apartamento de um dos casais, e após algumas caipirinhas e várias cervejas, piadinhas e insinuações sobre eu e Valéria foram ditas, mas nunca avançaram para o mau gosto.

O fim da tarde chegou e deveríamos ir embora, pois seu marido deveria estar chegando. Nos despedimos e combinamos para o dia seguinte nos encontrarmos no mesmo local na praia, mas aí já com a companhia de Marcelo. Chegamos ao meu apartamento, tomamos um banho juntos e metemos gostoso, antes da chegada de seu marido. Por volta das 19:00 h, ou um pouco mais, ele chegou.

O interfone tocou e era da portaria pedindo autorização para entrada de seu carro. Nos cumprimentamos e sinceramente me senti um pouco constrangido com a situação. Mas claro que não deixei transparecer este constrangimento. Mas uma coisa me chamou a atenção, como Valéria estava vestida para recebe-lo. Estava bastante à vontade, com outro biquíni, com uma canga transparente, mas que para mim representava praticamente uma calcinha e sutiã. E eu não gostaria de encontrar minha mulher na casa de outra pessoa, mesmo que um amigo, de calcinha e sutiã.

Jantamos no apartamento mesmo e ficamos conversando, até tarde da noite. A conversa sempre regada a um bom vinho branco, bem gelado o que descontrai bastante as pessoas. Mas nada além disso aconteceu. O casal foi para o quarto, talvez para meter, e eu fiquei na sala, assistindo televisão. Por volta das duas horas da manhã, eu ainda estava na sala, apareceu o Marcelo, e pela cara dele, o casal havia discutido.

E aí Marcelo… sem sono? – indaguei.

Mais ou menos. Cara… estava muito a fim de dar uma bela foda, mas na realidade foi uma meia foda… – respondeu ele, e sorriu.

Pelo menos você deu comeu alguma coisa… – respondi.

Mas não foi o que eu estava esperando… – Aproveitamos e começamos a beber novamente. Com a bebida fazendo efeito, ele foi comentando mais alguns detalhes.

Porra meu!!! Ainda bem que na quinta feira dei uma metida muito maluca e gostosa com a minha sócia, porque se dependesse de hoje… – ele comentou.

O que aconteceu?? – perguntei.

Cheguei cheio de tesão, queria dar uma metida bem legal, mas o máximo que consegui, foi um boquete e um papai/mamãe…

Mas isso acontece com todos os casais… – disse eu, tentando contemporizar a situação.

Depois de passar o dia fodendo gostoso comigo, ela na realidade estava cansada, e ralada, pensei. Mas não procurei mais detalhes, e comentei que agora iria dormir, pois gostaria de ir à praia cedo. Aproveitar o sol mais ameno. Dei boa noite e fui para o quarto. A ideia dela fazendo um boquete acendeu meu pau. Bati uma punheta e dormi. Na manhã acordei cedo, coloquei minha sunga e bermuda, já me preparando para ir à praia e comecei a fazer o café quando chega na cozinha Valéria:

Bom dia… – disse ela

Bom dia!! – respondi – Como foi sua noite??

Tranquila, sem maiores emoções…

Valéria ajudou-me a terminar o café da manhã, e durante este processo, passadas de mão e encoxadas ocorreram, e aquela punheta que bati à noite, descobri que não serviu pra nada!!! Mas não podia abusar, afinal seu marido estava lá e poderia entrar na cozinha a qualquer momento.

Tomamos o café da manhã, os três, e lá pelas 9:00 h da manhã disse que iria para a praia para aproveitar aquele sol que ainda não estava forte. Ela disse para que eu esperasse, para irmos os três juntos. Arrumamos a cozinha do café e fomos para a praia, os três, como Ela sugeriu. Encontramos os dois casais amigos meus, quando apresentei Marcelo a eles. O dia estava espetacular, e o movimento de gente na praia aumentava muito. Parecia que toda SP havia descido para praia.

Marcelo havia se entrosado bastante com meus amigos, que são realmente muito agradáveis, e parecia estar aproveitando o dia. Muitas mulheres lindas na praia, caipirinha especial feito pela Dona Julia, dona de um carrinho que fica na areia servindo o pessoal, sol, água do mar um pouco gelada, mas boa para quebrar o calor, etc. Por volta do meio dia, falei que iria para o apartamento, porque precisava ir ao supermercado comprar algumas coisas que estavam faltando.

Convidei meus amigos para almoçarem em casa e levantei para me retirar. Valéria disse que também iria, pois não seria correto deixar que eu tivesse algum tipo de trabalho com eles. Claro que recusei sua ajuda, comentando que normalmente eu ficava na praia só até aquele horário, mesmo porque a partir dali o sol estaria muito forte e eu, branquinho que sou, não me sentiria confortável com isso.

Ela insistiu, e meus amigos pediram para que Marcelo ficasse com eles para aproveitar todo dia. Marcelo concordou imediatamente, pois a praia estava realmente muito boa. Coloquei a bermuda e o chinelo. Valéria colocou sua canga e o chinelo também. Seguimos para o apartamento. A areia já estava pegando fogo e fomos nos cuidando, segurando um ao outro para não se queimar na areia quente.

Ao entrarmos no elevador, foi impossível não lembrar da quinta-feira, quando tudo havia começado. E tudo recomeçou novamente, exatamente dentro deste elevador, com um beijo delicioso e apalpadas eróticas em sua bunda linda. Nos olhamos, rimos e iniciamos o ritual do beijo, do tesão contido, do desejo profundo de meter, chupar e gozar. De novo, tirei sua canga, e meti a mão por dentro de seu biquíni, aproveitando aquela bunda dos meus sonhos.

A beijava com tesão. Uma mão estava na bunda e outra na buceta, que por sinal já estava molhadíssima. Chegamos ao apartamento e trancamos a porta, porque agora não poderíamos deixar nenhuma possibilidade para erros. Ela se abaixou, tirou meu pau duro da sunga, bateu em seu rosto e disse:

Quero levar uma surra dessa tua pica gostosa de novo!!!

E imediatamente meteu na boca. Passava a língua por toda extensão. Colocava novamente na boca e fazia movimentos de quem estava punhetando minha pica. Tirava da boca e batia uma punheta gostosa, batia meu pau novamente na sua cara. Pedia para gozar na sua boca. Segurava minha bunda com as duas mãos e enfiava e tirava meu pau da sua boca. Gozei e gozei muito!!! Não caiu nada para fora de sua boca. Engoliu tudo, sem chance de desperdiçar nada.

Nos beijamos alucinadamente e pude sentir o gosto de minha porra, ainda remanescente. Levei-a para meu quarto, deitei-a de costas e abri bem suas pernas. Meti dois dedos em sua buceta e comecei a massageá-la. Meti dois dedos no seu cu. Fiquei assim por um tempo, enquanto ela gemia e pedia para fode-la gostoso.

Parei com a massagem e comecei a chupar sua buceta depiladinha, gostosa. Passava a língua e apertava seu clitóris. Dava algumas mordidinhas de leve. Ela tremia e segurava minha cabeça entre suas pernas. Apertava suas pernas. Eu abria os lábios da sua buceta e metia a língua o mais fundo que conseguia. Metia a língua na buceta e metia os dedos no seu cu.

Pude sentir seu gozo na minha boca. Ela me apertava a cabeça enfiada na sua buceta com suas pernas. Ela relaxou. Ficamos alguns minutos aproveitando o momento e fui a cozinha abrir uma cerveja.

Voltei com dois copos e a encontrei deitada de bruços. Que visão magnifica!!! Meu pau começou a ficar novamente duro e ofereci um dos copos de cerveja a ela. Ela aceitou, mas deixei o copo no criado. Fiquei massageando sua bunda com as duas mãos por alguns minutos. Sentei em suas pernas enquanto ela continuava deitada e explorei suas costas, bunda, coxas, parte interna das coxas metendo os dedos na sua buceta. Meu pau estava muito duro.

Abri bem sua bunda e passei a chupar e a lamber o seu cu, e forçar a entrada da língua no seu buraquinho. Ela gemia de tesão e pedia para meter a língua mais fundo.

A coloquei de quatro, salivei bastante o seu cu e posicionei meu pau para meter. Começou a entrar gostoso. Aquela visão do meu pau entrando naquele cu apertado e quente era fantástica!! Sentia todo o seu cu comprimindo e engolido a minha pica. Sentia um puta prazer que não saberia descrever. Ela pedia para ir devagar, apesar de estar bastante lubrificada. Comecei a bombar com mais força, no que ela me pedia também:

Mete!!! Mete!!! Mete com força esse caralho gostoso, mete!!!! Fode a tua puta !!! – Metia com muito tesão naquele cu. O fato de seu marido estar na praia, parece que incrementava a vontade e o tesão – Goza dentro do meu cu, goza por favor, goza comigo tesão, goza, goza!!

Ela gozou e eu gozei dentro daquele cu gostoso e faminto. Isso tudo deve ter se passado em mais de uma hora e meia, e quando vimos a hora, ficamos preocupados. Nos lavamos, brincamos mais um pouco, mas não metemos no chuveiro. Seu marido Marcelo ligou perguntando se já estávamos no apartamento, se havíamos regressado do supermercado. Ela respondeu que sim e que poderiam vir para comermos algum aperitivo e bebermos algo antes do almoço.

Os dois casais amigos e Marcelo chegaram. Foi um almoço agradabilíssimo e os casais foram embora já bastante tarde. Pensei em convidar Valéria e Marcelo para uma noitada na Ilha Porchat, em alguma balada mais liberal, mas notei que como não estavam muito a fim de sair à noite, fiquei quieto.

Conversamos e bebemos até tarde, quando ela disse que iria dormir. Marcelo levantou-se e foi tomar banho. Enquanto Marcelo tomava seu banho, Valéria chegou até mim, tirou meu pau, meio mole e começou a fazer um boquete.

Isso é para você não se sentir sozinho… – disse ela sorrindo.

Fiquei de pau duro imediatamente. Foi um boquete e uma punheta deliciosa. Olhava para aquela mulher com meu pau na boca, e gozei. Ela se levantou me mostrou a porra na sua boca e foi dormir. Imediatamente pensei:

“O Marcelão vai ter que sentir o gosto da minha porra na boca desta mulher!!!!” – E ri sozinho.

O restante do final de semana ocorreu sem sobressaltos, ou seja, não houve possibilidade de meter. Acho que o Marcelo finalmente desconfiou de algo. Não ficou um só minuto longe dela. Fomos embora no domingo à noite. No retorno a São Paulo, dirigindo sozinho, pensei no tempo perdido. A partir desta data, sempre nos encontramos para algumas vezes fazer Amor e na maioria das vezes para Meter e Fuder loucamente, eu e ela, claro.

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