Nosso primeiro jantar.

Marquei de me encontrar com ela naquela noite, já estávamos conversando há um bom tempo, nos conhecemos pela rede social, vivíamos nos deliciando em trocas de putarias, já sabia o quão gostosa ela era, mas mesmo assim fui surpreendido quando parei o carro e a chamei no celular. Aquele corpo lindo, desfilando em um vestidinho preto, rebolando em seu salto alto vindo em minha direção, deixei o celular cair junto com o meu queixo.

Quando se aproximou, abri a porta para ela, trocamos sorrisos, um beijo de língua e minha mão em sua cintura já colando nossos corpos com meu caralho duro querendo saltar para fora da calça, dei sinal de que seria a noite toda assim. Entramos no carro, deslizei minhas mãos por sua coxa e senti sua buceta molhada, a safada tinha vindo sem calcinha. Disse a ela que iríamos jantar em um restaurante que ficava no caminho, afinal estava muito linda para eu apenas saborear em casa. Ela sorriu e fomos trocando caricias o caminho todo.

Chegando lá todos a notavam, não sei se era aquele corpo lindo, a imponência que ela sentia por estar sem calcinha ou o tesão em nossos olhos, mas as cabeças viravam. Sentamos na mesa e ela deu uma cruzada de pernas alta, pude imaginar engasgando o rapaz sentado na mesa de trás com sua namorada, me abaixei e sussurrei em seu ouvido o quanto estava gostosa, o quanto aquela meia luz dava frutos a imaginação, que todos deveriam estar entortando a cabeça para ver através daquelas pernas. Seu sorriso de resposta demonstrava o quanto estava gostando daquilo.

Após uma boa conversa, enquanto comíamos, e de bebermos uma taça de vinho ela decidiu ir ao banheiro arrumar a maquiagem que eu havia tirado no carro, sua ida como vinda só fazia meu membro pulsar cada vez mais. Levantei para puxar a cadeira para ela sentar, deixei ver meu volume na calça e fiz questão de roçar em seu braço antes de voltar para meu lugar. Sorri e comentei como estava gostando da noite, ela me respondeu que dava para notar, e com um sorriso completou, que eu nem imaginava como ela estava ficando louca com aquilo.

Mal completou a fala e minha mão percorreu sua perna até encontrar a sua buceta, já pingando de tesão, a bolinei um pouco, enfiei meus dedos, tirei e saboreei tal como o melhor molho que o chef poderia ter colocado em meu prato. Pedi a conta, e o garçom que não parava de trocar olhares com suas coxas, todo encabulado nos desejou uma boa noite. Nos levantamos e olhei os rapazes nas mesas de trás acompanhando com olhar colado naquelas pernas e o que mais puderam ver.

Entramos no carro e nos beijamos, coloquei meu pau para fora, ela começou a me punhetar gostoso enquanto nossas línguas dançavam, sussurrei em seu ouvido:

Agora me chupa… safadinha… os 20 minutos até minha casa darão um bom esquenta, minha putinha… – ela colocou meu pau que mal cabia em sua boca, ainda me punhetando com uma das mãos foi assim me lambendo e chupando até engasgar.

O melhor de ter carro automático na cidade é poder ocupar uma das mãos com coisas mais importantes, como aquela bunda deliciosa, pude ver os olhares das pessoas vindo dos ônibus, e um caminhoneiro chegou a buzinar para nós, andava sem pressa, aquela chupada estava gostosa demais, e seus sucos escorriam dos meus dedos por suas pernas lambuzando meus bancos.

Chegamos a minha casa, nosso beijo tentando abafar o tesão, os corpos colados deixando demorado até o abrir da porta, entramos, a colei na parede enquanto ela trançou uma perna pelo meu corpo, fiz questão de passar minha mão com carinho por toda ela. Tirei minha outra mão que puxava seus cabelos e deslizei até sua cintura onde a fiz virar, de costas senti seu cheiro, passei minha barba por seu pescoço, senti sua pele arrepiar, mordi sua orelha e sussurrei que seria minha, que faria ela se sentir naquela noite como nunca antes.

Beijei sua nuca, segurei forte seus ombros, beijei seu pescoço, fiz minha respiração percorrer seu corpo conforme ia me abaixando até chegar a seus pés para retirar aqueles saltos. Com minhas mãos agora em suas pernas subi beijando sua panturrilha esquerda, dava mordidas, lambia, beijava, minha mãos já passando por trás de seus joelhos e subindo com minha boca percorrendo suas coxas, apertei sua bunda e minha respiração já pesada de tesão olhando aquele corpo a minha frente, esfregando minha barba por suas coxas, meus lábios, beijei sua popa, subi até o meio de sua bunda e subi sua coluna em beijos.

Minhas mãos já passando por sua barriga buscando tirar aquele vestido demoraram em seus peitos, terminei o serviço, voltei a beija-la agora bolinando aqueles mamilos duros, seus peitos não eram grandes, mas adorava como preenchiam minhas mãos e como deixavam claro seu tesão. Voltei a descer minha boca e mãos, segurei firme em seu quadril empinando ele para mim, percorri minha língua, até chegar em sua coxa, não deixaria a perna direita sem meus beijos, e essa espera a deixou ainda mais louca me chamando de “meu puto”.

Subi beijando novamente agora por dentro de sua coxa, minha boca alcançou aquela buceta pingando, percorri de seu clitóris até o seu cu, voltei em movimentos circulares, agora era seu corpo que se empinava para mim e minhas mãos apenas seguravam firme sua bunda enquanto ela gemia alto, me chamava de safado, gostoso, puto. Continuei chupando, lambendo ela toda, sem pressa, sentindo cada centímetro dela, como era gostoso aquele grelinho duro entre meus lábios, como era gostoso sentir minha língua percorrendo ela inteira, chupando seus lábios, passando minha língua por dentro deles, metendo o mais fundo que podia voltando a portinha de seu cu, descendo novamente. Até ela gozar gostoso na minha boca enquanto eu apertava forte suas pernas. Me levantei, a peguei nos braços e deitei em meu tapete, tirei minha camisa, e minha calça, seu sorriso de aprovação veio seguido de uma pegada firme na minha pica, ela fez questão de terminar de me despir e abocanhar novamente a minha pica.

Voltei a masturba-la, meus dedos corriam em círculos naquela buceta encharcada a penetrava com dois, três dedos, a fazia escorrer em orgasmos enquanto movimentava rápido até ela ter de tirar meu pau da boca para gemer.

Abaixei para beija-la, segurei firme em sua cintura e a levantei, coloquei de quatro em meu sofá. Colei a minha pica na sua bunda, passava minhas mãos por suas costas, até segurar firme com uma em seus cabelos e a outra em sua cintura, a penetrei, lentamente sentindo cada um dos meus 21 cm a preencher, fiquei ali por alguns segundos até o talo, me abaixei em seu ouvido virei seu rosto e disse:

“Agora você é minha…” – e comecei um movimento gostoso e cadenciado de vai e vem, sem tirar, sentindo ela por inteiro.

Pouco depois já estava em um movimento vigoroso, rápido, sentindo minhas bolas baterem naquela bucetinha empinada, que gostosa que era aquele corpo abaixo do meu, minhas mãos por seu corpo, cabelo, a puxava para mim, falava putarias em seu ouvido. Voltava a estocar forte e fundo, lentamente, então acelerava, ficamos assim por um bom tempo, então pedi para ela me cavalgar. Adoro uma mulher me montando.

Olhando a todo momento em seus olhos, entre beijos em seus peitos e gemidos percorria minhas mãos por seu corpo, a segurava firme pela cintura e a sentia estremecer em mim, ela gozava gostoso, mas ainda continuava, eu segurava sua bunda com uma das mãos brincava com a portinha de seu cu, com a outra a segurava pelo pescoço, a fazendo deslizar por todo a minha pica.

Desci minha mão de seu pescoço passei por todo seu corpo, costas abri sua bunda ajudando a subir e descer em mim enquanto meu outro dedo ainda brincava com seu cu, passei por sua coxa, segurei em sua panturrilha, anunciei que ia gozar, ela me beijou ferozmente, me mandou encher de porra, gozou junto de mim e ficou ali caída por cima de meu corpo. Não falamos nada por algum tempo, apenas nos olhando sorrindo enquanto eu acariciava seus cabelos e costas. Nossa noite tinha apenas começado assim como feriado.

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