Empregada.

Sou Paulista e Paulistano, 45 anos, grisalho, sem barriga, separado, com filhos e executivo de uma grande empresa. Em 2010 recebi uma excelente proposta da empresa onde trabalho, para compor a Diretoria de Produção, pois os resultados daquele momento, não eram satisfatórios. Vendíamos muito, mas a produção não acompanhava o volume destas vendas. Dentro do pacote oferecido, além de várias despesas cobertas, incluía-se a moradia, em um local bastante disputado em Manaus, a Ponta Negra.

A proposta foi aceita de minha parte, e a princípio fiquei hospedado no Hotel Tropical, até que o apartamento ficasse pronto. Era um apartamento muitíssimo confortável, com 3 suítes, muito bem mobiliado e uma vista maravilhosa para o Rio Negro. Mudei-me para este apartamento, mas não tinha ainda uma Empregada que cuidasse de todos os detalhes para mim. Não poderia ser somente uma Doméstica. Procurava alguém que pudesse assumir com competência toda rotina deste apartamento.

Para isso esta pessoa seria remunerada adequadamente. A seleção desta pessoa foi feita pela própria área de RH da empresa, portanto não tive nenhuma influência na escolha. A selecionada foi a Jacqueline (Jack), manauara típica, com 1,56 m, 36 anos, casada, dois filhos, morena jambo, um corpo lindo e uma cara nem tanto. Não chegava a ser feia, diria que ela tem uma beleza própria da região. Mas uma coisa certamente ela era, muito gostosa!!!!

Na data de seu início, a esperei pela manhã e conversamos bastante, onde deixei claro que não admitiria que ninguém frequentasse o apartamento na minha ausência sem minha autorização, que em algumas ocasiões especiais, tipo jantares, iria precisar dela a noite, etc… Com tudo acordado, iniciamos uma conversa mais amena, onde ela se mostrou muito simpática, agradável e inteligente. Possuía uma cultura acima da média da região.

As semanas foram se passando e a convivência foi nos tornando amigos, quase que confidentes. Conversávamos bastante antes de eu sair para o trabalho e quando chegava, ela já havia ido embora, mas encontrava as coisas impecáveis, desde minha roupa até a limpeza e arrumação do apto. Tá certo que era somente eu naquele apto enorme, mas mesmo assim sua dedicação era fantástica.

As poucas vezes em que cheguei mais cedo, sempre a encontrei lidando com alguma tarefa doméstica. Ela, ao chegar pela manhã, ia direto para as dependências de empregada, trocava de roupa, conversávamos um pouco e ela começava seu trabalho, que como disse, não era tanto assim. Esta era a sua rotina.

Um belo dia, acordei, fui a cozinha e a vi fazendo o café. E neste dia ela me chamou muito a atenção. Estava vestida com uma legging branca, com uma regata de algodão meio que vermelha. Mas a legging branca marcava um corpo espetacular que vestia uma calcinha muito, muito pequena. Imediatamente pensei:

Caralho!!!! Será que ela vem sempre assim e só hoje eu percebi?!! – Comentei com ela:

Porra Jack!!! Como seu marido te deixa sair assim de casa?!!

Porque Seu Carlos?!! Assim como?!! – respondeu ela.

Porque você vestida desta forma é um perigo!!! Você está muuuuuiiiito gostosa!!! – ela soltou uma risada alta e espontânea.

Seu Carlos, é que sempre que nos falamos pela manhã eu já estou com a roupinha de guerra!!– E riu alto novamente.

Então faz o seguinte, Jack. Só troca sua roupinha normal pela de guerra, quando eu sair para trabalhar. Até lá fique assim, sempre gostosa!!!! – Rimos muito. Como a brincadeira estava tomando um rumo da sacanagem, ainda comentei: – Melhor que a legging branca com esta calcinha pequenininha, seria você só de calcinha pequena na minha frente me servindo… Seria uma delícia!!!!

Mas servindo de que forma?!! – perguntou ela

Isso eu te explico a noite quando eu chegar…

Então devo ficar aqui trabalhando esta noite?!

Você pode ficar aqui sim esta noite, mas não será trabalhando… – respondi, rindo maliciosamente. Neste momento ela sorriu e disse:

Vou ficar sim. Neste período todo que estou trabalhando aqui, nunca houve esta necessidade, mas já que hoje existe, com certeza ficarei…

Estava difícil me conter e encobrir meu pau que já estava duríssimo. Ela foi neste momento em direção à sala, buscar ou fazer alguma coisa. Me levantei e a segurei pelo braço, ficando atrás dela e a puxando para perto de mim. Na realidade estava dando uma gostosa encoxada nela. Com certeza ela sentiu a minha pica dura na sua bundinha. Ela se colocou mais perto ainda, fazendo uma pressão. Comecei a beijar seu pescoço e a abracei por trás, mais forte. Segurava na sua cintura e a trazia o mais perto possível. Não senti qualquer movimento por parte dela para se livrar daquela situação. Percorria sua barriga com as mãos, sob a camisetinha. A situação estava muito clara para onde se encaminhava. O tesão estava no ar… E foi quando ela disse, sem a menor convicção:

Não podemos continuar… Sou uma mulher casada!!!

Porra!!!! Foda-se se você é casada ou não!!! – pensei comigo. Mas não podia dizer isso a ela. Afinal era uma preocupação válida. Acabei comentando:

Não se preocupe com isso agora, Jack. Seremos muito discretos.

Subi as mãos e comecei a apalpar seus seios por baixo de sua regata, ela estava sem sutiã. De costas para mim, Jack queria segurar meu pau e o apalpava sobre as calças. Com a outra mão, enfiei dentro de sua leg e comecei a acariciar sua buceta. Senti que sua calcinha era mesmo muito pequena, pois quase não cobria a buceta. Estava totalmente molhada.

Imediatamente comecei a tirar sua leg e minha calça. A levei para a sala, pois já estávamos sem as calças. Ela se abaixou e beijou meu pau sobre minha cueca boxer. Tirei o pau pra fora e meti na sua boca. Ficou espantada com o tamanho. Disse que nunca tinha metido e chupado um pau tão grande. Ficou alucinada e chupava com muita vontade e tesão.

Não cabia inteiro na sua boca. Eu queria gozar na sua boca, mas tirei e a coloquei deitada no sofá, tirei sua calcinha e comecei a chupar aquela buceta com muito poucos pelos, quase que só um bigodinho e muito cheirosa. Metia minha língua bem fundo. Ela gemia muito e teve na minha língua, um orgasmo que a fez tremer. Jack apertava minha cabeça contra sua buceta.

Terminei de tirar toda sua roupa e a minha também. Estávamos pelados e a coloquei sentada de frente para mim em meu colo, metendo meu pau naquela buceta apertada e gostosa. Chupava seus peitinhos deliciosos. Metia um, dois e até três dedos no seu cu. Tudo isso com meu pau atolado na sua buceta. Ela fazia movimentos de subir e descer no meu caralho.

Pedi para que ficasse de quatro. Aquela visão de sua buceta era fantástica. Meti na buceta por trás. Sua bundinha tinha marquinhas de biquíni bem pequeno, que me dava uma visão muito excitante. Estava quase gozando quando novamente ela teve um gozo delicioso. Pediu para que eu não gozasse dentro de sua buceta, porque não estava preparada.

Tirei o pau e coloquei em sua boca, onde gozei com ela me punhetando. Ela engoliu toda a minha porra. Limpou meu pau com a língua e nos abraçamos. Olhei no relógio e vi que estava atrasado para um compromisso na empresa. Liguei avisando que iria me demorar. Nos levantamos e fomos tomar um banho.

No banho, passamos a nos ensaboar. E como não poderia deixar de ser, fiquei com o pau muito duro, pois estava acariciando simultaneamente sua bucetinha e seu rabinho. Imediatamente ela se agachou e começou um boquete muito gostoso.
Tentava enfiar todo meu pau em sua boca, mas não cabia. Comentou novamente que nunca tinha chupado um pau deste tamanho. Passava a língua em toda extensão, massageava meu saco, até que por fim gozei novamente em sua boca. Queria ter gozado em seu cuzinho, mas estava sem tempo para tentar enrabar aquela mulher.

Me vesti rapidinho, me despedi e saí para meus compromissos. O dia seria muito agradável, pois havia metido muito gostoso logo cedo. E pensava se Jack iria me esperar no final da tarde. O dia foi passando e resolvi ir para casa um pouco mais cedo, pois queria na realidade encontrá-la e comer aquele cuzinho delicioso. Chegando em meu apartamento, encontrei Jack ainda lá. Mas estava com um vestidinho soltinho e estampado. Perguntei a ela porque ainda não havia ido embora.

Mas o Sr falou que a noite iria me explicar como eu poderia servi-lo melhor… – E sorriu maliciosamente.

Você vai poder ficar??? Não vai ter problema em casa com seu marido??? – perguntei receoso.

Já avisei que hoje haveria a necessidade de ficar. E meu marido não falou nada. Apenas disse que iria aproveitar e que ficaria bebendo com os amigos…

Uhuuuuuuuu… podemos então aproveitar nosso tempo com muita calma…!!! – exclamei empolgado.

E eu tenho uma surpresinha para o Sr… – comentou ela

Bem, em primeiro lugar pare de me chamar de Senhor. Mas me diz uma coisa… Gosta de vinho??? – Perguntei

Adoro vinho, mas aqui nesta cidade não temos o habito de beber vinho. E como meu marido pouco se importa com o que eu gosto ou não, lá em casa só entra cerveja.

Então vamos abrir uma garrafa e aproveitar!!!!

Abri a garrafa de Malbec e nos sentamos na sala, com ela juntinho a mim. Bebemos e conversamos. Neste momento eu estava só de cueca e ela continuava com seu vestidinho estampado. Nos beijamos e nossas mãos viajavam pelo corpo um do outro. Suas pernas estavam abertas e aproveitei para percorre-las. Durante os amassos, meti a mão na sua bucetinha e aí estava a surpresa que ela havia comentado. Estava sem calcinha! Estava com meu pau muito duro e a coloquei sentada em meu colo, de frente para mim. Tirei seu vestidinho e a deixei nua. Que linda visão!!!

Chupava seus seios, mordiscava o bico direito, enquanto que com uma mão, alisava sua bunda deliciosa. Metia um dedo no seu cu. Meti dois dedos e laceava mais. Seu cu estava virando obsessão para mim. Sua buceta estava totalmente molhada e como estava em meu colo, ajeitou meu pau para dentro. Que sensação boa. Meu pau pulsava dentro daquela buceta macia e apertadinha. Ficou curtindo a língua no seu seio, o pau na buceta e os dedos no seu cu.

Ela subia e descia em movimentos ritmados e vagarosos. Ficamos assim um bom tempo, enquanto bebíamos o vinho. Ela desceu do meu colo e eu deitei no chão. Ela abriu as pernas e veio por cima para chupar meu pau e oferecer sua buceta para ser chupada. Um magnifico 69. Meti minha língua dentro daquela buceta gostosa. Abria sua bunda e passava a língua, lubrificando bem a entrada do seu cu para os dedos que estavam entrando. Que visão espetacular de sua buceta e do seu cu apertadinho. Enquanto eu tratava de preencher tudo que podia, ela chupava gulosamente a minha pica. Metia quase tudo na garganta, lambia minhas bolas, batia uma punheta, batia com meu pau na sua cara… Estava prestes a gozar quando a retirei de cima e a coloquei de quatro. Primeiro meti gostoso em sua buceta. A segurei pelo quadril e comecei a dar estocadas fortes.

Mete meu tesão… fode minha buceta… me arromba com este pau gostoso… Fode… Fode…

Ela teve um gozo que a muito tempo eu não via. Começou a tremer muito. Tanto que fiquei com receio de que algo preocupante estaria acontecendo. Parei só um pouco. Foi o bastante para ela pedir para continuar metendo com força. Recomecei e montei nela. Bombei até que ela quase desfaleceu. Mesmo ela tendo pedido para não gozar dentro pela manhã, não aguentei e gozei muito, dentro naquela buceta gostosa e apertadinha. Fiquei dentro dela, até meu pau amolecer. Retirei o pau e escorria muita porra de dentro de sua buceta. Ficamos deitados no chão até que tivéssemos forças novamente.

Nos levantamos e tomamos uma ducha revigorante. Aproveitamos muito a ducha. Ainda com o pau a meia bomba, Jack ajoelhou-se e iniciou um gostoso boquete. Tirei meu pau de sua boca e a coloquei em pé, de costas para mim. Meti em sua boceta, mas não queria gozar. Ficamos só brincando embaixo do chuveiro. Devidamente recuperados, nos enxugamos e continuamos nus. Como já havia anoitecido, e ela comentado que dormiria no apartamento, resolvemos nos alimentar um pouco. O ambiente estava muito erótico. Fomos para a cozinha onde fizemos alguma coisa rápida para comer. Comemos. Também continuamos a beber aquele vinho gostoso. A primeira garrafa terminou e abrimos a segunda.

Levei-a ao meu quarto, onde a deitei com as pernas abertas. Chupei muito sua buceta e, claro, metia dois dedos no seu cu. Meu objetivo agora era seu cu e ela sabia disso. Deitei ao seu lado e iniciamos outro 69. Me detive com mais atenção em lacear seu anelzinho.

A coloquei de quatro e pedi para abrir bem sua bunda. Forcei a rola na entrada de seu cu, mas estava muito difícil entrar. Passei KY no pau e em seu cuzinho. Forcei até a cabeça da minha pica entrar. Jack reclamava que estava doendo muito. Parei de meter até que ela se acostumasse. Fui empurrando muito devagar, até que ela mesmo jogou seu rabo ao encontro do meu pau de uma só vez. Senti todo meu pau dentro, e comecei a bombar, com mais velocidade. Ela ainda reclamava de dor, mas não queria que tirasse. Eu estava quase gozando quando subitamente ela tirou meu pau de seu cuzinho, e disse:

Carlos, teu pau é muito grande!!! Não estou aguentando… Eu quero, mas está difícil aquentar uma rola desta no meu rabinho.

Mas seu marido não come seu cuzinho?? – perguntei.

Come sim, mas nem se compara o tamanho dele com o seu… – ela respondeu.

Como ainda estava muito duro, ela outra vez fazia um boquete. Com mais calma, lubrifiquei novamente seu rabinho com KY e tentei terminar o anal que havia começado. Pedi para ela sentar no meu colo. Abri seu cuzinho e ela foi sentando, devagar. Até que senti ele todo dentro daquele cuzinho apertadinho. Começamos bem devagar um movimento de vai e vem. Sobe e desce. Meti meus dedos na sua buceta toda escancarada e ela começou a gozar. Gozou bastante, apertando meu pau com seu cuzinho. Gozei dentro, sentindo inundar de porra aquele rabinho delicioso.

Ficamos quietos por um tempo, até que ela me disse que tinha efetivamente conseguido gozar no meu pau dando o cuzinho.
A partir daí quase todos os dias comia seu cuzinho. Alguns dias depois ela comentava que seu marido havia fodido seu rabinho na noite anterior, mas que ela pouco prazer sentira. Dizia que o pau dele entrava com muita facilidade, que não tinha o tamanho desejado.

Claro que ele gozava, mas ela não. Nestas ocasiões, chegava em minha casa pela manhã para trabalhar e ia direto para o meu quarto me acordar, pois segundo dizia, queria sentir uma rola de verdade. Então eu fodia muito seu cu novamente, até deixa-lo todo arregaçado… Jaqueline se mostrou a partir daí ser uma mulher disposta a gozar a vida de uma forma muito intensa, a ponto de uma ocasião, ao chegar em casa com um casal de amigos para jantar, ela acabou sendo o prato principal. Foi sua primeira DP chupando uma buceta.

Sentada no pau deste amigo, com sua bundinha empinada, meti gostoso no seu cu. Metia com força e ela pedia mais. Eu podia sentir o pau deste meu amigo dentro dela. Foi muito louco vê-la sendo fodida por este amigo e eu metendo forte na sua mulher. Houve um sábado que acordei por volta das 9:30 h e saí para comprar algumas coisas. Regressei perto das 12:00 h e lá estava a Jack. Como aos sábados ela não trabalhava, fiquei espantado e perguntei:

Ué… Está tudo bem?? Não deveria estar na sua casa??

Sim, mas fui a depiladora hoje pela manhã. E como é aqui perto, resolvi dar uma passadinha…

Saudades?? – Perguntei com sorriso maroto.

É que como depilei tudinho, quero que você seja o primeiro a ver e provar… – E ela sorriu.

Antes do seu marido???

Antes dele sim… – Ela respondeu.

Jack estava com uma mini saia de jeans, e eu a trouxe para pertinho. Levantei sua saia e toquei sua bucetinha. E verifiquei que estava sem calcinha. Com uma mão tocava sua buceta, e com a outra passava a mão em sua bunda. Comecei a meter os dedos na sua racha, que foi ficando toda molhada. Comentei:

Além de lisinha ela está toda molhada também…

Passei a meter um, dois dedos no seu cu também, no que ela começou a rebolar. E com dois dedos na buceta e mais dois no cuzinho ela gemia muito. A coloquei deitada no sofá da sala, com as pernas bem abertas e passei a chupar muito aquela buceta recém depilada e totalmente escancarada. Muito rápido estávamos os dois nus. Passamos a um maravilhoso “69”, com ela em cima de mim com as pernas abertas e esfregando sua buceta na minha cara. Eu abria sua bundinha e metia a língua o mais profundo que podia. Metia a língua também na sua buceta. Ela por sua vez, engolia todo meu pau, chupava as bolas e passava a língua por toda a extensão do meu caralho enorme. Estava quase gozando em sua boca, quando senti seu gozo na minha boca. Que delícia!!

Chupei mais um pouco, sorvendo um liquido adocicado. A coloquei de quatro no chão e meti em sua buceta. Bombava forte e ela pedia que enterrasse tudo. Queria sentir meu pau cutucando o fundo de seu útero. Seu cuzinho piscava para mim. Com meu pau enterrado em sua buceta, pequei o tubo de KY e lubrifiquei generosamente seu anelzinho que recebeu dois dedos meu. Ela gozou com muito ruído. Gritou que eu a estava fodendo gostoso. Mas eu ainda não tinha gozado. Tirei da sua buceta e apontei para a entrada do seu cu. Forcei um pouco e a cabeça do meu pau entrou.

Ela jogou seu corpo contra meu pau que entrou até a metade. Me posicionei melhor e enterrei todo o pau. Metia forte e ela gemia e dizia que estava doendo. Dizia que queria seu rabo arregaçado pelo meu pau. Que queria sentir minha porra dentro de seu cu. E foi exatamente o que fiz. Gozei muito forte dentro do seu cuzinho. A porra escorria pelas pernas. Muito tesão!!!

Estávamos deitados no chão, dando um tempo, quando ela começou um boquete. Chupou gostoso e acabei em sua boca. Não deixou nada de fora e engoliu a porra toda. Depois disso disse que iria para sua casa e caso seu marido a procurasse para meter, ele teria que sentir o gosto da minha porra, tanto na boca, como na buceta e cuzinho dela.

Algumas vezes saíamos de carro, para ir ao supermercado por exemplo, e invariavelmente no percurso ela me fazia um boquete dentro do carro. Nem sempre conseguia gozar na sua boca, mas era muito excitante aquela chupeta. Enfim, Manaus foi um local de maravilhosas experiências e putarias. Lá as mulheres gostam de meter e metem com muita tranquilidade. Independente se são casadas, solteiras ou viúvas. Verdadeiras putas na cama e em algumas situações, fora dela também.

Isto durou aproximadamente 3 anos, quando fui novamente transferido para São Paulo. É claro que esta transferência não foi do meu agrado. Apesar de vir para assumir um cargo bastante superior. Neste período nunca tivemos qualquer tipo de problema de desconfiança de seu marido. Sempre fizemos as coisas com muita discrição. Mesmo quando aconteciam as chupetas e metidas fora de casa.

Consegui recoloca-la na empresa onde trabalho, pois não queria perde-la de vista. Como, por força do trabalho, sempre vou a Manaus, continuo sempre fodendo aquela que é uma grande foda, mas agora não em meu apartamento, mas sim na suíte do Hotel Tropical.

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