A gordinha deliciosa.

Aquele corpo enchia os meus olhos de prazer. Era exatamente como eu imaginava, nas mesmas proporções e medidas. Uma gordinha deliciosa! E minha imaginação é muito fértil. Desde o primeiro momento que a vi, eu a desejei. Imaginei mil possibilidades de proporcionar prazer a ela. O nosso primeiro encontro aconteceu após eu fazer um cadastro em um aplicativo de relacionamentos. As primeiras fotos que vi no seu perfil me mostravam uma mulher madura, decidida e espontaneamente alegre. Os olhos verdes adentravam a alma de quem ousasse encará-los. A boca pequena de lábios carnudos eram um convite para beijos demorados, sem pressa. Os cabelos curtos eram novidade, o que demonstrava uma certa ousadia e quebra de paradigmas. Uma mulher muito interessante e que no bate papo pelo chat do aplicativo confirmou exatamente a mulher excepcional que eu achava.

Marcamos um encontro, próximo de nossas casas. Cheguei ao barzinho adiantado e logo pedi um refrigerante. Dez minutos depois ela chega de moto. Meu coração começou a dar palpitações descompassadas, o nervosismo tomava conta de mim. Recém separado, eu não sabia como agir, tinha perdido a manha. Mas me controlei. Ela tirou o capacete, desceu da moto e finalmente vislumbrei pessoalmente as curvas do seu corpo.

Ela vestia uma blusa preta estampada um pouco transparente, uma calça jeans colada ao corpo – que deixava a sua bunda exageradamente grande – e uma bota com salto. Uma maquiagem leve, sem excessos e quando se aproximou senti o perfume inebriante dela. Simplesmente linda e maravilhosa! A conversa foi muito amigável.

Carla tinha um sorriso muito fácil e o meu bom humor ajudou na conversa. Bebericamos nossos refrigerantes, comemos alguns espetinhos e tivemos uma ótima noite. Fui com ela até a sua moto e nos despedimos, combinando algo para uma outra ocasião. Fui para casa muito contente pelo primeiro encontro com ela.

Na oportunidade seguinte fomos a um samba, fugindo um pouco da minha zona de conforto. Mas Carla adorava e tentando ser o mais eclético possível, até dançamos um pouco. Foi divertido, confesso. De lá fomos para a minha casa. Ao fechar a porta da sala, ficamos nos olhando por algum tempo. Até que avancei e comecei a beijá-la. Ao experimentar aquela boca deliciosa lembrei-me do quanto eu desejei aquele beijo.

O abraço foi reconfortante e o toque das mãos foram ficando mais ousados e safados. Carla usava um vestido decotado, curto nas pernas e muito gostoso de sentir. Fui beijando o seu pescoço, arrancando mil suspiros e gemidos contidos dela. Sentia sua pele branquinha arrepiar! Com a ponta da língua eu tocava a orelha e depois mordiscava de leve. As mãos dela continuavam me explorando, tocando as minhas costas, a minha nuca. E então escorregando os meus beijos, indo até o seu busto. Os seios estavam na minha frente, lindos e aconchegados ao vestido. Era a hora.

Lentamente abaixei a parte de cima do vestido e os seios médios de bicos rosados saltaram na minha frente. Um convite para a minha boca sedenta, que imediatamente passou a sugá-los com muito carinho. A ponta da minha língua estava em fervorosa, brincando com os bicos que ficaram intumescidos desde o primeiro contato. Uma mordiscada aqui, outra ali e depois eu sugava, sedento nessa brincadeira deliciosa.

Carla não estava tímida, ao contrário. Suas mãos já estavam mais safadinhas e logo senti sua mão pousar de leve na minha pica dura, mesmo que ainda eu estivesse de calça jeans. Senti um prazer delicioso quando ela fez isso, então com minha mão esquerda eu segurei a sua mão que me tocava e a fiz “pegar” de jeito no mastro. Ela soltou um gemido, ficou ofegante. Voltei as minhas atenções para os seios.

Enquanto minha boca de esbaldava nos seios babados, Carla continuava sua exploração pelo meu corpo. Aproveitei que ela estava de vestido e invadi a parte de baixo da roupa. Explorei um pouco e logo encontrei a calcinha. Sinceramente poucas vezes vi uma mulher tão molhada quanto Carla estava naquele momento, a ponto de escorrer pelas coxas. O mel delicioso, que eu iria sorver em breve, deixou sua calcinha ensopada!

Com poucos toques consegui tirar o tecido de lado e invadir com meus dedos ávidos. Apenas alisei a buceta dela, não adentrei. Isso aconteceria depois. Carla gemia e suspirava de tesão, quase que implorando por mais. Nossos beijos ficaram cada vez mais intensos e percebi que era hora de explorar mais.

Encostei Carla na parede e fiquei logo atrás dela, com meu pau encostado na sua bunda enorme. Minhas mãos apertavam os seios dela, enquanto eu beijava sua nuca e suas costas. Por sua vez, Carla rebolava seu traseiro no meu pau, me deixando maluco de tesão. Comecei a beijar suas costas e fui descendo, aos poucos me encurvando e terminando de joelhos com a bunda dela na minha cara.

Lindo, perfeito! Do jeito que eu imaginava. Levantei lentamente o vestido e Carla logo arqueou. Beijei suas nádegas, mordi e lentamente fui adentrando em seu meio. Tirei o tecido encharcado de lado e atolei a língua na sua buceta cheirosa e toda melada. Sua excitação era extrema e no começo eu só senti o seu mel, que escorria como uma cachoeira, totalmente descontrolada, uma verdadeira força da natureza.

Carla gemia alto, encostada na parede. Olhava para trás, fechava os olhos, mordia os lábios e apertava os próprios seios. As pernas dela tremiam a cada contato da minha língua com a sua buceta. Com as duas mãos eu abria a sua bunda, que por ser grande demais, dificultava um pouco o acesso da minha boca em sua buceta. Mas achei o jeito certo e foi aí que ouvi:

“AIII…. EU… VOU… GOZAAAAR!” .

Puta que pariu! Maravilhoso sentir o seu corpo daquela forma, trêmulo, cheio de prazer. O gozo dela fez sua buceta ficar ainda mais encharcada… como se fosse possível! Ah, eu queria mais. Muito mais. Fomos para o quarto, nos beijando enquanto caminhávamos de modo desajeitado, tropeçando na mobília da casa. Escancarei a porta do quarto e rapidamente deitei Carla na minha cama, caindo de joelhos logo em seguida.

Tirei a calcinha, abri bem suas pernas e comecei a chupá-la com tanta sofreguidão, que em segundos ela gozava novamente. Sua buceta era gordinha, rosada e lisinha. Minha boca se deliciava com a excitação extrema dela. Sua buceta era sensível a qualquer toque. E ela, com a mente completamente aberta ao prazer, queria gozar mais e mais. Em especial, sua excitação se dava de forma aumentada quando eu lambia o seu cu enquanto eu dedilhava o seu grelinho inchado. Em pouco tempo ela gozava novamente. Que mulher fantástica!

Meu pau estava a ponto de explodir e logo saquei a camisinha do bolso e apontei para a sua buceta linda. Nem pensei na possibilidade de receber um oral dela. Queria apenas sentir aquela mulher incrível. E foi então que trouxe ela mais para a beirada da cama e comecei a fodê-la. Comecei lento e aos poucos fui acelerando. Era tão gostosa, quente e apertada!

Em pouco tempo eu já percebia sinais de que gozaria rápido. Para tentar aumentar o meu tempo, eu tinha que tirar o pau para fora, esperando a vontade passar. Foi então que ela me quebrou ao meio, por assim dizer. Carla se colocou de quatro na minha frente. Nem precisei pedir nada, ela simplesmente fez. Eu sabia que se colocasse o meu pau ali dentro eu gozaria rápido, estava muito excitado. Então brinquei um pouco mais com ela antes disso.

Aproveitei para lamber um pouco mais sua buceta deliciosa, apertando sua bunda, fechando as nádegas na minha cara. Lambi o seu cu novamente, enquanto ela mesma se dedilhava. E depois de alguns minutos encarei de volta sua buceta com a minha pica. Coloquei e fui mexendo devagar. Segurei ela pela cintura e comecei a acelerar, a bombar com mais força. Eu sabia que gozaria rápido, mas também percebi que ela poderia gozar junto comigo. E foi assim que aconteceu. Carla pedia:

Isso, mais rápido… mais forte! – Eu obedecia e quando vi que ela gozaria, me libertei da responsabilidade de demorar um pouco mais. Agora eu queria gozar junto com ela. Carla disse em meio a gemidos – Eu vou gozaaaarrrrrr! – E então eu gozei também, junto com ela – Eu também, eu também… – Gozamos juntos, deliciosamente juntos.

Meu pau ficou latejando dentro da sua buceta, que se contraía apertando a minha pica. Uma sensação maravilhosa! Deitamos na cama e ficamos agarradinhos ali, nos beijando, acarinhando até pegarmos no sono. Namoramos ainda por alguns meses depois, mas infelizmente cada um seguiu o seu caminho. Hoje guardo com muito carinho as recordações desse primeiro encontro com a Carla.

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