Comi a recém casada.

Em 2010 meu grande amigo Pedro se casou com Marina e depois alguns meses de casados, resolveram passar uns dias num sitio de propriedade de meus avós. Certo dia, por volta das dez da manhã, recebi uma ligação de Marina pedindo para a minha esposa ir até o sitio, pois ela não estava se sentindo bem e Pedro havia ido até a cidade comprar alguns mantimentos para passarem aqueles dias.

Como eu estava com a minha esposa visitando minha sogra em Jundiaí e ela havia saído com a minha sogra, eu mesmo fui até lá dar uma olhada nela. Meia hora depois eu já batia a porta e fui recebido por uma mulher bonita. Ela estava vestida com uma saia acima de seus joelhos e uma blusinha que permitia uma generosa vista de seus seios, pois estava sem sutiã. Percebi seu olhar de surpresa ao me ver e não a minha esposa. Ela era uma mulher de 28 a 30 anos de idade, loira de olhos verdes, com seios grandes e lindas pernas, foi o meu atrativo.

Como eu sabia que meu amigo não se encontrava, nos saudamos com um beijo no rosto, nos sentamos em uma poltrona na sala de estar e logo ela me perguntou se aceitava um café, um drink ou algo para beber, eu aceitei uma bebida. Então ela foi preparar e enquanto preparava falávamos sobre seu mal-estar e ela disse que era por causa do clima que estava uma loucura, ora calor ora frio, blá, blá, e isso fez ela ter queda de pressão, mas já estava melhor.

Falávamos da vida, de como eu sentia falta de minha mãe, pois já havia falecida, seu espírito materno aflorou se sentou a meu lado e me contou que ela havia passado pelo mesmo quando perderá seus pais, mas agora era muito feliz. Suas palavras me fizeram muito bem a tal ponto que em dado momento senti sua mão em minha perna, não dei muita importância, pois naquele momento não vi maldade e sim um ato fraternal.

Conversamos sobre vários assuntos, mas ela não retirou sua mão, não sei por que, mas não a reprovei sua atitude, afinal ela agia como uma irmã naquele momento para mim. Seguimos conversando e sua mão agora acariciava minha perna, suavemente, não pude evitar olhar para seus seios e me surpreendi ver um grande volume dentro de sua blusa.

Passaram-se alguns segundos, ela olhava fixamente em meus olhos, porém continuava conversando como se nada estivesse acontecendo e subindo cada vez mais sua mão por minha coxa. Quando dei por mim já era tarde, dois de seus dedos roçavam minha pica por cima da calça, senti uma excitação sem precedentes, seus dedos eram delicados.

Senti que começaram a me invadir pelo zíper, não conseguia compreender sua atitude, mas eu não esbocei nenhuma reação, afinal era uma mulher linda. Comecei a me sentir úmido e excitado, ela sabia que estava ganhando sua presa, avançava com segurança, agora a mão já invadia pelo vão do zíper e apoderava-se da minha pica já toda melada. Eu sentia minha respiração, a escutava, com os olhos quase fechados, sem dizer uma única palavra.

Ela ajoelhou-se no tapete, abriu minhas pernas, senti que sua mão saiu de minha calça e ela começou a lamber a cabeça da minha pica, ao mesmo tempo em que abria sua blusa e liberava dois enorme melões, que definitivamente eram muito maiores e mais bonitos que os de minha mulher. Nesse momento quase me arrependi, um sentimento de culpa me invadiu, pensei em meu amigo, em minha esposa e como faria para os encarar quando chegassem. Então, em um enorme esforço, pedi a Marina que parasse, pois já havíamos ido longe demais:

Por favor, pare com isso… – balbuciei entre dentes.

Porém, cada palavra que saia de minha boca parecia um alimento, um elixir para ela. Como não tinha o que fazer e o tesão tomou conta de todo meu corpo, comecei então a chupar e lamber suas tetas mordiscando os bicos, não tive como me conter, não sou de ferro, sugava e mamava como doido.

Desci então até a sua buceta, puxei sua tanguinha de lado e chupei e lambi até alcançar seu clitóris que parecia uma pequena bucetinha de vaca, onde eu metia a língua e passava por dentro da rachinha, do grelo até chegar a um carocinho duro, massageando-o com a língua, deixando-a louca de tesão e se contorcendo. Ela começou então a gozar como uma louca, era algo que não terminava nunca, um liquido viscoso e salgadinho escorria da sua buceta em quantidades que eu nunca havia visto antes em outra mulher.

Gemia e dizia estar com uma vontade louca de mijar, segurava minha cabeça e a comprimia com força de encontro a sua buceta, e seu corpo enrijeceu e começou a ter espasmos e contorcer de um lado para outro e em cada espasmo e torcida de corpo ela soltava um longo gemido, e logo seu corpo relaxou e ela queria que eu parasse de chupa-la.

Sua respiração ofegante denunciava o que tinha acabado de sentir, um orgasmo que segundo ela seu marido nunca conseguira lhe proporcionar, ela com seu desejo plenamente satisfeito, levou a mão para a minha pica e começou a masturba-lo, ela disse:

Uau…que pica linda que eu tenho na minha mão, muitas mulheres com certeza queriam estar em meu lugar…

Minha mente teimava em me punir, fiquei em pé com a intenção de parar por ali com aquela deliciosa loucura, e senti meu pau roçar em seus lábios, e quase que por instinto ela abriu a boca e o abocanhou suavemente, eu gemi de prazer na hora. Segurei sua cabeça por trás e lhe fiz chupar engolindo tudo, até engasgar, por alguns segundos e ajoelhada na minha frente, me mandou sentar, e fui puxando o meu pau pra fora daquela boquinha deliciosa.

Ela então soltou o meu cinto e puxou minha calça para baixo, minha pica surgiu pulando na sua frente, dando um bote, um pulo de dentro das calças que chegou a bater com a cabecinha no seu nariz.

Tá vendo como você me deixou, sua vadia? Vai, chupa a minha pica! Garanto que você tá cheia de vontade de chupar uma pica de verdade…

Enrolou seu cabelo, prendeu atrás e mergulhou a cabeça na direção da minha pica, agarrou com vontade e levou a sua boquinha até a cabeça e começou a lamber a babinha que brotava na pontinha da cabeça. Pronto, lá estava eu novamente com a minha pica encostando-se em seus lábios. Forcei a sua nuca para baixo, lhe fazendo engolir de vez toda a minha pica, chupando e lambendo, como ela já havia feito com várias picas na sua vida.

Ela ali ajoelhadinha, chupando a minha pica, chupava, lambia, se babava todinha com meu caralho na boquinha, fazendo um vai e vem delicioso, subindo e descendo, subiiindo e descendo subiiiiiindo e desceeeeeendo a sua cabeça na minha pica. Ela continuava ajoelhada com a minha pica na sua boca, olhando para baixo, para a rola, mas num momento, eu segurei a sua cabeça, e a segurei pelos cabelos, puxando seu rosto para trás e comecei a esfregar a pica na sua cara toda, xingando, e como um tarado e comecei a bater com o pau na sua cara, lhe dando uma surra de rola no rosto.

Vadia chupadora de rola! Chupa o meu pau sua putinha boqueteira! Casadinha de nova e sem frescura na hora de chupando uma rola! PIRANHA!

Em meio a todos aqueles sons e xingamentos, em meio a toda aquela surra de rola na cara dela, daí ela ligou o foda-se de vez, deu uma pegada, mas sério, uma pegada com vontade no meu cacete. Parando a surra de rola, segurando com vontade e com cara de puta olhando para a minha pica, com cara de deixa comigo, abriu a boquinha e vlapt, engoli tudinho, chupando, mas chupaaaando mesmo. Com vontade, com gosto, mamou que nem uma PUTA, olhando pra cima, ao mesmo tempo olhando pra mim.

Sei lá, baixou de vez um espirito de piranha chupadora de rola na Marina e já que era pra ser traição sexual ali com boquete, pelo menos ela quis fazer a coisa direita. Chupou, chupou, mas chupou com a maior vontade e cara de puta do mundo. Lambendo a rola das bolas até a cabecinha, olhando nos meus olhos, fazendo cara de vadia, dando risadinhas com um pau na boca e chupando tudo, me babando todinho o cacete.

Gente, serio, foi uma mamada dessas bem caprichadas! Eu nem aguentei muito aquele show de boquete. Segurei a sua nuca, forçando-a pra baixo e gozando tudo na sua boca e na sua cara. Tirei a rola da boca, toda babada, toda gozada, toda lambuzada, de ficar aquele fiozinho de porra presa da cabeça do pau até a sua boca. Limpando os cantinhos da boca com a mão, ajoelhadinha e fazendo o gesto universal de uma piranha boqueteira: limpar a boca com as costas da mão.

Com todo sentimento de culpa do mundo, fiquei olhando para ela e pensei na burrice que havíamos feito, a mulher do meu amigo havia engolido porra de outro homem. Depois de alguns minutos fui ao banheiro e achando que eu deveria ir embora, sai, mas ali estava ela esperando-me novamente em ponto de bala, fui surpreendido, me pegou pelo braço e me levou até seu quarto e me jogou sobre a cama de casal.

Levantou sua saia e abruptamente arrancou sua tanguinha e mandou eu chupar sua buceta, aquela quentura voltou junto com alguns gemidos, ela parou e começou a falar frases obscenas:

Agora quero sentir um verdadeiro homem dentro de mim, não igual aquele corno do meu marido…

Abriu suas pernas ao máximo, ajeitou a cabeça da minha pica entre os lábios da sua lindinha e mandou empurrar. Até aquele momento não havia me dado conta do que é uma buceta apertadíssima. O caso é que lentamente, porém com firmeza a cabeça da minha pica entrou, e foi quando notei a diferença de tamanho da buceta dela com a da minha esposa. A minha pica foi arregaçando ela, a dor foi intensa e ela gritou:

Nãããooo… está doendo muito, tira por favor… – Porém eu estava tão excitado que quando escutei sua negativa tentei empurra-lo ainda mais, ela percebendo minha intenção, me segurou firmemente e pressionou forte sua pélvis, minha pica entrou toda, até o talo.

Ela gemeu muito e gritou pedindo que parasse, porém, suas súplicas não foram escutadas, quanto mais pedia mais me excitava e eu metia, foi quando seus gritos se transformaram em gemidos, eu comecei a acelerar o ritmo das estocadas, minhas bolas batiam em sua bunda, fiquei lhe fudendo por uns 15 minutos, quando acelerei mais ainda, escutei ela gritar alto:

Vou gozar… vou gozar… – Naquele momento me deu mais tesão ainda, gritei também:

Vou gozar…

Nãããooo… dentro de mim nãããooo…. para… você vai me engravidar…!!!

Estávamos sem camisinha, mas não lhe dei ouvidos e segui em minhas estocadas até sentir quando comecei a soltar vários jatos fortes de porra enchendo aquela bucetinha todinha. O corpo dela jamais experimentou um prazer como aquele e ela se entregou e novamente, teve outro orgasmo que jorrava como um homem de sua buceta.

Quando terminei de esporrar dentro dela, levantei-me deixando-a deitada na cama, minha porra derramava por suas pernas, com meu pênis flácido olhei em seus olhos e lhe dei um forte beijo na boca mostrando quem era seu verdadeiro macho. Entrei novamente no banheiro, me lavei, lhe agradeci pelos momentos de prazer dizendo que iria lhe fuder mais vezes. Mas aí já não me sentia culpado, e sim, terrivelmente quente e satisfeito de prazer.

A noite seu marido me ligou agradecendo a ajuda que havia dado a sua mulher, e como ela era só elogios a minha pessoa. Fiquei com muito medo dele sentir como a bucetinha da sua esposa se alargou, mas ela me contou que só deu pra ele dias depois e não notou nada, depois de dias sem meter, ele estava demasiadamente excitado e necessitava se saciar com sua esposinha que nem percebeu que era corno, palavras dela.

Sinto que ela ama muito seu marido, porém a verdade é que depois daquele dia em diante sempre que eu bato em sua porta ela jamais conseguiu resistir em fuder comigo, ela disse que sou um poderoso homem que consegue fazer o que seu marido não consegue só eu lhe sacio com minha atitude de macho lhe fazendo gozar por várias vezes.

Segundo ela na ultimas vez que eu a comi, seu marido chegou logo em seguida e com todo carinho que sempre teve lhe jogou na cama, penetrou sua lindinha e derramou seu esperma dentro dela sem ao menos imaginar que seu sêmen se juntara com o seu. Fascinante, gozo só de pensar nisso! Ainda trepamos sempre que podemos, mas não com a mesma frequências de antes…

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