A ruiva.

Tinha recebido um convite de um amigo para ir a um casamento junto com ele. Ele não tinha com quem ir e de última hora, me convidou e insistiu. Por ser um amigo de muitos anos, não tive como dizer não e tratei de providenciar uma vestimenta adequada. Como não sou muito de usar roupas sociais, fiz esse enorme esforço colocando uma camisa social de mangas longas azul celeste, uma calça de linho preta listrada e sapatos bico arredondado, desses que dançarinos de jazz usam.

Chegando lá, ele me explicou que os noivos eram amigos da faculdade e que sempre mantiveram contato mesmo depois da formatura. Papo vai, papo vem, no final da cerimônia, fui apresentado aos noivos, dei-lhes as felicitações e fomos para a recepção que ficava não muito longe dali, num belo salão de festas, que mais parecia uma mansão dessas de filmes americanos, com um vasto jardim ao redor e muitas árvores.

Chegando no salão, sentamo-nos numa mesa reservada e fomos sendo servidos pelos garçons. Como ainda estava me sentindo deslocado, por não conhecer ninguém, resolvi observar as pessoas. Foi nesse instante que a percebi: branca, magra, mais ou menos um e sessenta de altura, olhos negros como a noite, curvas cujo vestido não escondia e longos cabelos vermelhos cor de sangue.

Aquela mulher me encantou e me deixou hipnotizado, pois trazia no rosto uma melancolia, um ar de mistério e ao mesmo tempo um desejo que exalava dos seus poros. A mulher estava rodeada por mais três caras, mas dava atenção a eles por formalidade. Dava para perceber de longe que o papo dos três não a agradava em nada. Eu a olhava como se a estivesse analisando: cada detalhe, cada gesto, cada olhar dela era minuciosamente observado por mim. Estava estudando aquela mulher sedutora, tentando trazer para a minha mente que tipo de mulher seria esta.

Mas o ar de mistério dela era como que um bloqueio, que me impedia de ir mais além. De repente os nossos olhares se cruzaram e o olhar dela veio fundo dentro de mim, e as barreiras que ela estava impondo se desmancharam. Percebi então que ela estava impondo barreiras para os três caras que estavam na mesa paparicando-a. Relaxado do choque depois de um gole de whisky, os nossos olhares agora estavam mais íntimos e tanto eu quanto ela estávamos analisando um ao outro. Subitamente, um dos caras falou algo para ela que a fez suspirar de tédio.

Nessa hora ela me lançou um olhar como quem pedisse para que eu a tirasse daquele meio, pois ela já não estava aguentando.
Levantei-me e passei perto da mesa dela, olhei-a por alguns milésimos de segundo e acenei com os olhos, mandando ela me seguir. Caminhei mais ou menos uns seis ou sete passos, e a ouvi dizendo para os três caras que tinha que ir lá fora respirar um pouco. Assim que ela deu a deixa, apressei-me e fui para o lado de fora do salão. Naquela noite, a lua estava cheia e o clima estava quente. O lado de fora do salão era bem mais convidativo do que o de dentro. Assim que ela saiu, fui ao seu encontro e puxei uma conversa:

Oi! Antes de mais nada, desculpe por não ter te deixado em paz lá dentro. Mas eu tenho uma mania muito feia de observar as pessoas, e não pude deixar de observar você.

Com uns olhares daqueles, você deveria ser investigador… – disse ela sorrindo.

Porque você acha isso?!

Porque homem nenhum olha para mim com tanta profundidade. Você estava olhando tão dentro de mim, que pela primeira vez na vida, alguém me enxergava como eu realmente sou!

E como você realmente é?

Pelo jeito que me olhava, vou apostar na sua observação. Me descreva!

Comecei então a descrevê-la, falando que apesar de estar bela e muito linda, mais do que já é, ela carregava alguma dor. Por isso relutava em participar das conversas dos três caras que estavam na mesa com ela. Falei também que ela era uma mulher inteligente, pois possuía um vocabulário muito rico pelo pouco que se expressou com os caras. E falei também que quando ela está interessada em uma conversa, ela sorriu instintivamente sem perceber, assim como ela está fazendo agora.

Nossa! Você é psicólogo?! Nunca vi ninguém que pudesse observar tanto as pessoas e acertar quase todas as intuições!

Não sou psicólogo não, mas lido com as pessoas o tempo todo, todos os dias. Com o tempo a gente vai aprendendo a notar o que as pessoas não falam com palavras. – Nisso, ela me olhou com um brilho nos olhos, um sorriso levemente malicioso e perguntou:

E o que é que eu não estou falando agora?

Não hesitei e a beijei. Foi um beijo calmo, de reconhecimento. Fui abraçando-a bem devagar e trazendo-a para mais perto de mim. Nossos corpos já começavam a se aceitar naquele abraço. Senti a boca dela pedir minha língua, deixei que ela saboreasse, mas não dei tudo pois por ela ser menor do que eu, a boca dela podia não aguentar a minha língua inteira.

Depois de uns beijos trouxe a língua dela pra dentro da minha boca. Percebi que ela não estava acostumada a ter a língua chupada, pois senti que ela era um tanto submissa aos parceiros. Não fiz por menos e mandei que ela enfiasse a língua na minha boca. Assim que ela colocou, meio que tímida, comecei a chupar bem devagar. Ela estava com muito tesão com aquilo, pois dava para sentir o corpo dela esquentando, fervendo.

A arrastei para um lugar bem mais afastado do salão. Fomos parar num jardim isolado, com uma fonte e várias moitas floridas. Começamos a nos abraçar de novo, agora com mais afinidade e desejo. Coloquei-a sentada em um banco de madeira que havia perto da fonte, levantei-lhe o vestido e para a minha admiração, ela estava usando uma minuscula calcinha vermelha semitransparente. Dava pra ver que ela tinha uma buceta bem lisinha e cheirosa. Não fiz nenhuma cerimônia e comecei a beijar e lamber a parte de dentro das coxas dela e lamber bem safado nas virilhas. Ela retribuía gemendo baixinho, mordendo os lábios e sorrindo.

Pedi para ela puxar a calcinha de lado e segurar. Comecei então a dar beijinhos no grelinho dela e lambidinhas ao redor dos lábios. Dei uma pincelada com a língua da grutinha até o grelo e ela gemeu um pouco mais alto. Passei mais alguns minutos só lambendo e chupando aquela buceta deliciosa e cheirosa, até que ela não resistiu e gozou. Ainda não satisfeito, enfiei dois dedos na grutinha dela, deixei bem melados e enfiei na boca. Comecei a repetir o movimento de meter os dedos, como se estivesse retirando o mel de dentro dela. Ela se contorcia de prazer com aquela sacanagem toda. Não resisti e caí de boca, comecei a chupar novamente aquela buceta gostosa e cheirosa como se fosse a última que eu iria chupar na minha vida inteira.

Ela começou a gemer alto. Dei-lhe um tapa no rosto e tapei a boca dela com os dedos. Ela começou a mordê-los e chupá-los com força, quase querendo arrancar. Não resisti e enquanto a chupava, enfiei um dedo no seu cuzinho. Ela urrou. Tapei-lhe a boca e continuei castigando o seu cu com meu dedo enquanto a chupava. Não demorou muito e ela novamente gozou intensamente, caindo deitada de lado em posição fetal, na grama do jardim. Me recompus e comecei a me levantar para voltar para o salão antes que dessem por falta de nós. Antes mesmo de ajudá-la a se levantar, ela segura na minha perna e pergunta:

Onde é que você vai?

Vou voltar para o salão antes que… – Falei.

Nada disso! Também quero fazer você sentir o que me fez sentir! – dizendo isso e ainda trêmula, ela me jogou sentado na mureta da fonte, abriu minha calça e tirou a minha pica completamente dura e melada para fora. Assim que olhou pra ele, ficou admirada:

Hummmmm… Grossinho hein? Você anda usando ele em muitas por aí?

Antes mesmo que eu pudesse responder, ela abocanhou e começou a chupá-lo. Chupava com uma fome, uma vontade enorme. Passeava com a língua nele me olhando nos olhos. Era lindo de se ver uma mulher tão linda, com o rosto ainda maquiado me chupando. Mamava com uma gana incrível. Como se não fizesse aquilo há muito tempo. Chupava com força e punhetava, pedindo porra. A chupada teve que ser interrompida pois comecei a ouvir um toque de celular. Ela rapidamente enfiou a mãe dentro de uma bolsa que trazia consigo e atendeu a ligação ainda com uma das mãos me masturbando:

Alô? Oi meu bem! Sim, estou aqui no salão já. Estava muito calor e resolvi dar um pulinho aqui fora e aproveitei pra conhecer o ambiente. Já chegou? Que bom! Já, já, chego aí!

Mal ela desligou o celular, caiu de boca de novo. Agora chupando com mais força. Não demorou muito e eu gozei. Assim que ela sentiu os jatos na boca, engoliu meu pau até o talo, fazendo a porra toda descer garganta abaixo.Nos recompomos e perguntei se ela tinha namorado, noivo ou se era casada. Ela sorriu e disse que estava ficando com um primo da noiva, mas não era nada sério pois ele era legal, mas ele as vezes não a entendia. Quando estávamos voltando para o salão, ela me parou e pediu praa entrar primeiro, pois não queria levantar suspeitas. Obedeci. Mas antes dei-lhe outro beijo e perguntei qual era o seu nome:

Me chame de Tina. Por enquanto é só isso o que você precisa saber.

Então Tina, antes que você entre, saiba que enfiei um cartão de apresentação dentro da sua bolsa, quando estávamos nos recompondo lá perto da fonte. Quando estiver mais livre e afim de repetir a dose, me ligue a qualquer hora. Espero que isso o que aconteceu entre a gente possa evoluir para algo mais e mais sério. Gostei de você!

E eu mais ainda de você! Qual o seu nome?

Você já sabe. Está dentro da sua bolsa. – Ela entrou e três minutos depois eu retornei para a minha mesa. Meu amigo olhou pra mim e perguntou:

Se perdeu foi?

Nada. Estava lá fora tomando um ar. Encontrei uma moça que pensava ser uma conhecida minha, mas não era. Aí pra não perder a viagem, comecei a puxar assunto e percebi que tínhamos muita coisa em comum.

Sei… No mínimo pegou o número dela.

Não, mas passei o meu pra ela.

Que bom, pois na mesa vizinha a daquela ruiva que está aos beijos com aquele cara ali e mais os três panacas segurando vela, tem duas mulheres gatas e maduras. Tá para nós!

Olhei para a mesa, mas nem prestei atenção nas mulheres. Meu olhar ficou fixo na ruiva, que não parava de olhar para mim. Levantei o meu copo de whisky e fiz um brinde a uma noite tão alucinante e inesperada, com um clima de que aquilo ia se repetir cada vez mais e mais.

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