Tarde chuvosa e meu sogro me comeu.

Era um dia chuvoso, quando acordei meu sogro já estava na cozinha preparando o almoço, ele não sabia que eu estava dormindo na casa dele, tanto que assustou-se quando me viu, ele me trata muito bem e falou:

– Oi, baixinha!! Você estava dormindo ai?!

– Chegamos tarde e como seu filho vai trabalhar agora cedo viemos dormir aqui! – respondi.

Minha sogra já tinha ido trabalhar. Eu estava com um pijaminha novo, shortinho largo e blusinha de alças deixando meus peitinhos durinhos bem a vontade. Ele olhou-me como que surpreso:

– Hummm! Pijaminha novo, bonitinho!

– Bonitinho?! É feio!!!!

– Sabe muito bem que qualquer roupa em você fica bonita!!

– Menos sogrinho!!

– Mas é verdade!! Você valoriza as suas roupas, não o contrario!

Resolvi fazer um docinho para a sobremesa, pois passaria a tarde com o meu sogro, ele merece. Meu marido tomava banho, e nós ali na cozinha lado a lado, e, como sempre, me comendo com os olhos, não perdia um movimento sequer.

Disfarçadamente olhava a minha bundinha carnudinha e arrebitada e meus seios pequenos com os bicos durinhos, eu não sabia porque, mas meu sogro provocava em mim um tesão perfeitamente controlável, mas era tesão, pois sempre ficava meladinha quando ele me olhava furtivamente, e isso ele não deixava passar desapercebido.

Meu marido foi para o trabalho e ficamos só nos dois, coloquei uma musiquinha e continuei com a mesma roupa, mesmo depois do banho, eu nem vesti a calcinha, eu estava acesinha. Ele gosta de uma cervejinha e logo abriu uma e ofereceu-me, eu não sou muito chegada, mas aceitei.

Notei que ele ainda estava de pijama, mas acho que, quando fui tomar banho, ele havia tirado a cueca, pois algo estranho balançava sob o tecido de malha do pijama, estranho devido o tamanho, era algo estranho mesmo, por ser grosso e um tanto quanto comprido.

Seu short era largo assim como o meu, aquilo deixou-me num estado de alerta e só então pude perceber o tamanho do tesão que se apoderava do meu corpo, minha buceta se contraia a cada oportunidade que eu podia ver aquele negócio balançando.

Eu me mostrava, deixava a alça da blusinha cair do ombro, quando me agachava para apanhar algo embaixo da pia fazia com a minha rica bundinha voltada na sua direção para ele pudesse perceber que eu também estava sem calcinha, eu estava fervendo tanto que a cerveja acabou rapidinho e eu peguei outra.

– Ai sogrinho!! Essa cerveja esta descendo muito bem hoje, tá uma delicia!!

– Cuidado, hein? Não vai ficar altinha, que eu não vou dar banho em ninguém!! Ai teu marido chega e você esta ai grogue!!

– Credo sogrinho, isso não vai acontecer!! Mas se eu ficar, é sério?!

– Sério o que?!

– Você não dá banho em mim?!!

– É muito perigoso, um coroa como eu dar banho numa ninfetinha de apenas 24 anos!! – Ele disse, um coroa como ele, muito bonito, bem apanhado, corpo bem feito, na medida, cabelos grisalhos, e aquele troço que não parava de balançar sob seu pijama.

Continuamos ali parados, ele pegou uma cadeira e sentou-se, enquanto apurava o molho e me olhava agora sem receio, eu era seu alvo. Acabei por perguntar:

– Porque você me olha tanto sogrinho?!

– Porque você é bonita, mas se não puder olhar eu não olho mais!!

– Não é pelo olhar, mas para onde você olha!

– Ahh, entendi!! Olhar para a sua bundinha, ela é lindinha, para os seus peitinhos, que são lindos também, isso faz bem para um cara da minha idade!!

Nesse momento olhei para baixo, ele segurava o copo de cerveja sobre seu pau, e deu para perceber que o volume tinha se alterado, estava bem maior.

– É, se assim vestida… deixa pra lá! Vou tomar mais uma!!

– Olha menina!!

– Se eu ficar ruim você cuida de mim, e temos a tarde inteira para que eu me recupere!!

– Vê lá, hein! Não quero encheção de saco!

– Pode deixar, eu me controlo! – E continuamos, com ele observando todos os meus movimentos -Tá vendo? Porque eu fui perguntar? Agora fico sem jeito com você me olhando assim!!

– Fica tranquila que olhar não tira pedaços!!

– Ai de mim se tirasse, acho que estaria só com a metade do corpo!! – falei rindo.

– Eu não faria isso nunca! Agora olha pra lá que eu vou levantar!

– Porque?!!

– Agora quem fica sem jeito sou eu!!

– Porque? Você tá de pau duro?!

– Claro, né!! Você fica ai desfilando toda essa gostosura e esse papo caliente, não poderia ser diferente!!

– Pode levantar, eu não ligo, não!!

– Olha lá, hein menina!! – Quando ele levantou e eu via o tamanho da encrenca dele engoli seco, até minhas pernas tremeram, um intenso calor percorreu todo o meu corpo em direção da minha buceta.

“Mas é muito grande!!” – pensei comigo, e parecia mesmo um circo armado, aquele mastro em pé, e sobre ele a lona. Me fiz de despercebida e continuei fazendo meu docinho.

Minha buceta estava em estado de choque, tinha a impressão que ela até pingava de tão melada que estava, fui até a geladeira e peguei outra cerveja, já estava na quarta, e estava bem mais solta, o molho apurou e ele levantou-se, eu podia ver ‘aquilo’ naquele estado.

– Isso não incomoda não? – perguntei.

– A mim não, e a voce incomoda?!

– Só pela curiosidade, achei muito grande!

– Curiosidade porque?

– Porque nunca vi nada desse tamanho, só em DVD!!

– Só que esse é ao vivo e a cores!!

– Coitada da sogrinha…

– Ela gosta, e muito!!

– Deve doer muito!!

– Doi um pouco, mas é só no começo! Depois que laceia, é só prazer! E paciência, tem que fazer com cuidado, carinho, jeitinho, na primeira vez não pode ir com muita sede ao pote, e tem mais, depende do tamanho da buceta!!

– A minha é bem pequena, até o do seu filho dói de vez em quando!!

– Mas o que esta acontecendo?! Você esta querendo experimentar?!

– Sabe como eu sou curiosa, né sogrinho! E gosto de experimentar todas as suas comidas, porque não essa também?

– Deixa eu sentir como ela esta! – Ele encostou-se ao meu lado e levou a mão na minha buceta, enfiou a mão por dentro do pijama e deslizou pela minha racha que estava toda melada e escorregadia.

– Assim, vai ser fácil! Ela já esta toda meladinha, do jeito que eu gosto! – Levei a mão na sua pica e senti o tamanho da encrenca em que estava me metendo.

– Nooooossa!! Como é grande, isso não vai caber não!!

– Claro que cabe!! – Ele me bolinava e o meu tesão aumentando, abaixou meu shorts e colocou-me debruçada na pia – Abre as pernas…
– Assim, ta bom?!

– Você é quem vai sentir!

Ele começou a pincelar a cabeça daquela pica enorme na minha buceta, e a cada pincelada que ele dava eu sentia a minha buceta dilatar, ele foi forçando, e pincelando, e apertando e pressionando, e pincelando, desde o meu cu até o meu grelinho, até que ele forçou um pouco mais e senti algo me rasgando.

Era um misto de incêndio e dilaceração, algo que não consegui entender, aquela dor imediata e logo em seguida eu comecei gozar, explodindo feito uma louca, aquela pica enorme estava agora toda atolada na minha buceta.

Eu forçava meu quadril para trás e sentia-o cutucando e pressionando o meu útero, sentia ser explorada onde nunca alguém havia conseguido chegar dentro da minha buceta e eu gozando feito uma louca e ele estocando cada vez mais forte.

Já estava toda arrombada, nesse momento o telefone tocou, era meu marido avisando que viria almoçar, depois que ele almoçou e se foi, recomeçamos e ficamos fodendo até eu não aguentar mais, estava com a buceta toda ardida, arrombada e esfolada.

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