Meu enteado me pegou a força e eu gostei.

Meu nome é Vanda, hoje tenho 43 anos e, quando me casei pela primeira vez, eu tinha recém completado 18 anos e meu marido tinha 23, sou de Londrina/PR, mas meu marido era do Mato Grosso do Sul e trabalhava numa fazenda no pantanal. Claro que eu tive que me mudar pra lá, só que meu casamento não durou muito tempo porque depois de 3 anos que morávamos na fazenda ele sofreu um acidente de carro e morreu, ele tinha ido buscar combustível na cidade para os tratores naqueles tambores de 200 litros como ele sempre fazia, mas a estrada sem asfalto, num dia de chuva fez com que em determinado trecho da estrada ele derrapasse e batesse no barranco, e os tambores rolaram pra cima da cabine esmagando-o, e por só termos 3 anos de casados não tivemos filho.

Eu voltei pra minha cidade, como eu era nova ainda, estava com 22 anos, logo conheci uma pessoa bem mais velha que eu, ele tinha 35 anos era desquitado e me casei de novo, como ele era cerca de 13 anos mais velho que eu já tinha um filho de 10 anos chamado Evertom, o qual eu ajudei a acabar de criar, e, desse segundo casamento, depois de 5 anos tivemos um filho, que por ser caçula era o xodó nosso e dos avós, e por isso vivia mais na casa dos avós que na nossa.

Quando completamos 10 anos de casados, nosso caçula tinha 5 anos e o Evertom já tinha 20, e só estudava, não trabalhava, ao contrário do meu marido que viajava direto a serviço, por essas viagens serem constantes e demoradas, as vezes ele ficava 15 dias fora e quando chegava mal ficava em casa por uma semana logo tinha que viajar de novo, ele era mecânico de manutenção , ganhava bem, mas não parava em casa.

Eu ficava em casa e cuidava dos afazeres domésticos, e eu também limpava o quarto do Evertom, e percebi que ele tinha revistas pornográficas de sexo explicito, tinha também playboy e outras, escondidas, então imaginei que ele se masturbava constantemente, eu já tinha percebido pelas manchas amareladas na cueca, mas enfim… era natural da idade dele.

Mas fiquei mesmo surpresa quando, limpando o seu guarda roupa descobri que ele tinha uma foto minha só de biquíni que havíamos tirado na praia, eu só não sabia que ele tinha mandado revelar, fiquei matutando em meus pensamentos porque será que esse garoto tem minha foto de biquíni entre seus pertences??

Aquilo não estava me cheirando bem, mas mesmo assim continuei achando normal pra idade dele desejar a mulher do pai dele, afinal eu não era nenhum tribufu, eu estava acima do peso, mas tinha as coxas grossas bem torneadas, eu tinha os quadris largos e tinha uma cintura que marcava e me deixava muito atraente para os homens, mas achei que era coisa do meu pensamento.

Como meu marido viajava constantemente e nessas viagens constantes eu me sentia muito sozinha, quem me fazia companhia era apenas o meu filho e o Evertom que, quando não estava estudando, ficava em casa, e foi numa dessas viagens do meu marido, num fim de semana eu estava meio pra baixo, e por ser uma sexta feira o meu caçula estava na casa da minha mãe, eu me sentia muito sozinha.

O Evertom estava em casa e quando estávamos jantando pouco conversamos, ele percebeu que eu estava triste, após a janta começou a me ajudar nas tarefas domesticas como ele sempre fazia, começou a retirar a mesa, a varrer o chão, e eu fui lavar a louça da janta, estando eu na pia o Evertom se aproximou, colocou a mão em meu ombro e falou:

– Vanda, hoje você tá meio jururu, porque??!

Eu desconversei e continuei lavando a louça, ele então começou a passar a mão suavemente em meu cabelo por trás, senti uma sensação esquisita mas estava gostando daquele afago. Quando terminei de lavar as louças e de arrumar a cozinha fomos assistir a novela da noite, e numa daquelas cenas de beijos e sexo que o casal principal protagonizava ele comentou que achava sem graça, eu espantei e perguntei porque?

Ele me respondeu que não tinha graça nenhuma só ver que ele preferia ao vivo e a cores, como tínhamos liberdade em conversar sobre qualquer assunto eu respondi que também preferia ao vivo, mas que pra mim seria mais difícil porque o pai dele não estava em casa. Ele sorriu marotamente e disse:

– O pai não está, mas o filho está!! – no que imediatamente respondi:

– Vou fingir que não ouvi isso, que não ouvi sua cantada indireta!! – ele sorriu novamente e disse:

– Indireta não!! É direta mesmo!! – confesso que fiquei vermelha na hora, eu já com meus 45 anos sendo desejada por um garoto de 20 anos, ainda mais que ele era meu enteado, apesar de eu estar na seca e a situação me excitar, não admitia a possibilidade, eu nunca tinha traído o meu marido, e não seria agora que eu iria começar, e justamente com o filho dele.

Mas a cena da novela continuou quente, percebi que pelo volume embaixo da calça, o Evertom estava excitado e continuava as indiretas, achei melhor ir tomar banho e dormir, fui para o meu quarto, peguei uma calcinha limpa e uma toalha, entrei no banheiro do meu próprio quarto, tomei um demorado banho, e sai só de calcinha e a toalha enrolada no corpo, quando sai do banheiro eu vi o Everton sentado na minha cama, perguntei:

– Como você entrou aqui? Estava trancada!! – ele falou:

– Não estava, não!! – fiquei ruborizada porque eu tinha certeza que tinha trancado a porta, pedi pra que ele saísse, mas ele não obedeceu, é claro, eu vi estampado na cara dele que ele queria transar comigo, só que eu não estava disposta a satisfazer seus desejos, achei muita petulância dele já ter entrado no meu quarto sem ser convidado.

Foi quando ele se colocou em pé, dirigiu-se a mim e de surpresa puxou a toalha, eu num gesto instintivo segurei a toalha tampando os seios, ele me agarrou e me deu um beijo na boca, falei que se ele não saísse do meu quarto eu iria contar pro pai dele, ele arrogantemente falou:

– Pode contar, ele não vai acreditar!! – E dizendo isso me jogou contra a cama, e numa fúria voraz, retirou a toalha que me cobria parcialmente me deixando apenas de calcinha, pulou em cima de mim, abriu minhas pernas a força tentando arrancar minha calcinha, eu me debatia que nem desesperada pra me livrar daquele assédio mas ele era mais forte que eu e me subjugou facilmente.

Até que ele rasgou a minha calcinha e conseguiu retirar a unica peça que estava impedindo-o de me penetrar, e ele meteu aquela pica dura que nem um pé de mesa na minha buceta, apesar dos meus protestos de que iria contar pro pai dele, então ele falou:

– Que se foda meu pai, agora eu vou até o fim e depois você pode contar se quiser, mas agora vai ter que dar pra mim!! – e segurando-me bem forte, tentava enterrar todo aquele pé de mesa na minha buceta e eu tentava evitar a todo custo.

Percebendo que não haveria como evitar mesmo resolvi que o melhor mesmo era tentar aproveitar aquele momento, afinal eu não estava traindo, eu estava sendo subjugada por um garotão, logo eu, uma mulher no alto dos meus 45 anos estava sendo sendo possuída por um rapaz de 20 anos com toda a virilidade que eu já nem me lembrava mais de como era.

Apesar da experiencia dos meus dois maridos, eu já nem me lembrava mais de como era ser fodida por um jovem viril e com os hormônios a flor da pele, então deixei-me ser possuída, já não resisti mais e deixei ele enterrar aquela tora livremente, e posso dizer que era uma tora mesmo, porque a pica dele era bem maior e mais grossa que a do pai.

Mesmo eu estando subjugada, eu estava gostando daquilo, apesar de eu não demonstrar, mas ele percebeu que eu tava gostando e falou:

– Mamãezinha gostosa, tá gostando de levar vara do filho tá?! – De certa forma isso me irritava porque ele estava certo, eu estava excitada mesmo apesar da situação, foi então que ele gozou abundantemente dentro da minha buceta, e isso me deixou com medo porque ele não estava usando camisinha e eu poderia engravidar e isso seria terrível!!

Depois que ele gozou levantou as calças e saiu do meu quarto meio cabisbaixo, como quem tivesse se arrependido da cagada que tinha feito, e saiu sem dizer nada. Eu levantei-me, fui tomar banho novamente, e fui deitar, mas não consegui dormir pensando no que tinha acontecido, na minha cabeça o dilema se deveria ou não contar pro meu marido, e outro pensamento também tinha me vindo a cabeça e me torturava, porque eu tinha gostado, seria certo isso?

Fazia tempo que eu não me excitava da maneira que fiquei excitada, apesar de eu ter gostado não poderia acontecer de novo, outro pensamento, ele não usara camisinha, e se eu ficasse gravida? Seria uma catástrofe, como eu explicaria? lembrei-me então da pilula do dia seguinte e resolvi que tomaria, e perdida nesses pensamentos adormeci.

Depois desse acontecido passaram-se dois meses, eu não contei nada ao marido, e o Evertom não falou nada e nem tocou no assunto, a rotina da casa continuava a mesma apesar do meu enteado me evitar sempre que estávamos sozinhos, e com isso foi me aguçando um desejo enorme por ele, mesmo porque eu ficava na seca a maior parte do tempo, e a memória daquele dia em que fiquei super excitada me fazia imaginar como seria se tivesse sido sexo consentido e não forçado como da primeira vez.

Quando eu ia dormir sozinha eu ficava excitada com esses pensamentos e acabava me masturbando imaginando uma transa consentida com o Evertom, até que num dia estávamos só nós dois e perguntei pra ele, porque estava me evitando, ele falou que estava envergonhado da atitude que tinha tomado naquele dia.

Eu então o tranquilizei dizendo que ele não se preocupasse porque se eu não tinha contado pro pai dele não contaria mais, e que era normal na idade dele cometer algumas loucuras, foi então que eu vi um brilho nos olhos dele como se na hora ele imaginasse que eu na verdade estava dando o sinal verde pra ele tentar mais uma vez, então ele me disse:

– Vanda apesar de você ser a mulher do meu pai eu te acho uma mulher gostosa, sempre te desejei, e você já deve ter percebido isso, e se tiver oportunidade vai acontecer de novo, por isso eu to evitando você!!

Era exatamente isso que eu esperava ouvir, então era só eu mexer com os pauzinhos que ele tomaria coragem e novo e me procuraria, então eu respondi que ele não se preocupasse com isso, dei-lhe um beijo na face maliciosamente quase no cantinho da boca e fui pro meu quarto, tomei um banho, coloquei uma lingerie bem sensual e fui deitar, mas não tranquei a porta, fiquei imaginando se ele tinha entendido o recado e teria coragem novamente.

Não demorou meia hora e minha porta se abriu lentamente, ele entrou e estava só de cueca, pensei comigo “meu plano deu certo”, então ele aproximou-se da minha cama deitou ao meu lado e tentou beijar-me.

Apesar de eu também querer aquele momento eu não podia ceder logo de cara, então fiz jogo duro e falei-lhe que não devíamos e nem podíamos, afinal eu era a sua madrasta, ele nem se importou e tascou um beijo de língua, eu o afastei suavemente e disse:

– Evertom não é que eu não queria, mas não podemos… – ele falou:

– Vanda, eu sei que você também quer!! Senti isso quando falou comigo e me deu aquele beijo, entendi que você também queria!! – Eu lhe falei então:

– Tudo bem mas você tem que usar camisinha e o que acontecer entre nós deve ser um segredo só nosso, essa é a minha condição!!

Ele nem falou nada, concordou acenando com a cabeça e imediatamente me atacou novamente com aquela euforia que lhe era peculiar, e beijou minha boca, retirou a minha calcinha quase rasgando a como na primeira vez, e tentou deitar se em cima de mim para enfiar aquela vara novamente sem qualquer preliminar, então eu lhe falei que se íamos fazer novamente, dessa vez tínhamos que fazer certo com tudo a que tínhamos direito, mas, sem camisinha nada feito, ele concordou, eu falei pra ele que teria que ensinar-lhe umas coisinhas antes da transa.
Sentei-me na beira da cama coloquei-o em pé na minha frente, abaixei a sua cueca comecei a lamber as suas bolas, passando a língua na sua pica a partir das bolas até a cabeça, quando cheguei na cabeça coloquei-a na minha boca e engoli aquela vara todinha, foi até a garganta, e com as mãos na base do seu cacete comecei a punhetar rapidamente, até que ele gozou ainda dentro da minha boca, inundando com sua porra que tive que engolir parcialmente.
Senti suas pernas tremerem quando ele gozou e mesmo depois de ter gozado ele continuava com a pica dura que nem uma pedra pronto pra próxima sessão de sexo que com certeza aconteceria entre a gente.

Deitei-me na cama então e pedi pra ele beijar-me todinha, começando pelo pescoço, barriga, passando pelas coxas até o dedão dos pés, ele então começou a me beijar e fez como eu tinha pedido, quando ele voltou beijando minhas coxas, estava na barriga, eu falei:

– Quero que chupe a minha buceta!!
Notei que ele tinha um certo nojo, então perguntei se ele nunca tinha chupado uma buceta ele disse que não ele disse que não, eu falei então se quer comer a minha buceta vai ter que chupar e lamber antes, então ele timidamente começou a chupar-me, isso me excitava, essa falta de experiencia, então depois de chupar-me peguei uma camisinha que tínhamos no criado mudo pra emergência, mostrei a ele ajeitei-me e falei:

– Agora você pode comer a sua mãezona, você fez por merecer…
Nem precisei dizer duas vezes, ele desajeitadamente colocou a camisinha depois veio por cima de mim afoito como era natural da sua idade. Eu abri as pernas e enrolei na sua cintura e apertei de forma que pudesse sentir todo aquele membro dentro de mim.

Ele bombava furiosamente como se estivesse desejando atravessar-me com aquele membro duro, controlei e não deixei ele gozar para prolongar mais aquele momento, depois coloquei minhas pernas em seu pescoço e os meus joelhos encostado no meu peito, eu estava me sentindo o máximo, sendo comida por meu enteado inexperiente e eu ensinando as maravilhas do sexo.

Ele estocava aquela pica gostosa na minha com tal fúria que me empurrava contra a cabeceira da cama, e com os movimentos fortes a cama até rangia naquele nhec nhec, ainda bem que não tinha mais ninguém, nem meu filho caçula porque estava na casa dos avós, senão teria acordado com o barulho.

Eu estava adorando e curtindo cada momento, tal era minha excitação que eu já tinha gozado duas vezes e ele também tinha gozado umas duas vezes e a sua pica já não estava tão dura, brinquei com ele dizendo:

– Será que ele aguenta mais uma sessão?

– Com certeza!! – respondeu e eu então falei:

– Meu filho, você já comeu uma bundinha antes? Alguma das suas namoradas já deu a bundinha pra você? – ele deu uma risada e perguntou:

– Porque? Vai me dar a sua?!

Percebi que quando eu disse isso a sua pica, que estava meio mole, ficou dura na hora, que garoto viril, próprio da sua idade, lembrei-me que uma vez uma amiga me disse que o garoto nessa idade come até a mãe, a madrasta então, com certeza!!

Ele me abraçou por trás me colocou de bruços e tentou colocar a cabeça do pau sem lubrificar, tive novamente que lhe ensinar, pedi que fosse até a penteadeira e pegasse um frasco de óleo pra lubrificar, feito isso ele poderia meter no meu cu.

Ele lubrificou e colocou se em posição de sentido como um soldado pronto pra batalha, ajeitei-me arrebitando minha bundinha pra cima, relaxei pra agasalhar aquela pica gostosa no meu cu, ele encostou a cabeça na entradinha e foi logo enfiando.
Confesso que apesar de fazer frequentemente com o pai dele, pela impetuosidade do Evertom doeu, pedi pra ele ir devagar até eu me acostumar, e não demorou muito pra eu me acostumar com aquele membro dentro do meu cu, a partir daí ele começou a bombar fortemente, cada vez mais rápido e eu rebolava como uma vadia.. até que ele gozou, ficamos então deitados na cama sem falar nada um para o outro mas eu podia ver nos olhos dele a satisfação, e eu também estava satisfeita, finalmente eu sabia o que era gozar com o meu enteado num sexo consentido.

Fui tomar banho novamente, ele ficou deitado na minha cama, quando voltei ele estava dormindo, eu não quis acorda-lo, deitei-me então do seu lado e adormeci… na manhã seguinte, era sábado, eu olhei pro lado vi aquele homem nu, na minha cama, e na noite anterior eu tinha transado, levantei-me fui fazer o café ainda de babydoll.

Estava eu na mesa tomando café quando ele também acordou e veio tomar café, como estávamos sozinhos, passamos o dia todo em casa, e transamos varias vezes, dessa vez em lugares diferentes da casa, como a cozinha, no carpet da sala, no banheiro, só não transamos no quintal porque outras pessoas poderiam ver…. foi um fim de semana maravilhoso!

Depois desses acontecimentos, como o pai dele nunca soube de nada e continuava a viajar sempre, acabamos nos tornando amantes por uns 3 ou 4 anos, até que ele se casou, mas mesmo assim de vez em quando ele vem visitar a mãezona pra matar a saudade!!

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